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	<title>Arquivos Blog - Nutri Mi</title>
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	<description>A qualidade do seu produto em primeiro lugar</description>
	<lastBuildDate>Fri, 04 Sep 2026 19:17:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>E se amanhã você descobrisse que um dos seus produtos oferece risco ao consumidor? Sua empresa estaria preparada para agir?</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/e-se-amanha-voce-descobrisse-que-um-dos-seus-produtos-oferece-risco-ao-consumidor-sua-empresa-estaria-preparada-para-agir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 19:17:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nutrimialimentos.com.br/?p=824</guid>

					<description><![CDATA[<p>Imagine que sua empresa receba um resultado de análise indicando uma possível contaminação em determinado lote. Ou que um consumidor comunique uma reação adversa relacionada ao produto. Ou ainda que um fornecedor informe que uma matéria-prima utilizada na fabricação apresentou um problema sanitário. E agora? Quais lotes foram produzidos? Onde esses produtos foram distribuídos? Quais&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://nutrimialimentos.com.br/e-se-amanha-voce-descobrisse-que-um-dos-seus-produtos-oferece-risco-ao-consumidor-sua-empresa-estaria-preparada-para-agir/">E se amanhã você descobrisse que um dos seus produtos oferece risco ao consumidor? Sua empresa estaria preparada para agir?</a> apareceu primeiro em <a href="https://nutrimialimentos.com.br">Nutri Mi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Imagine que sua empresa receba um resultado de análise indicando uma possível contaminação em determinado lote.</p>



<p>Ou que um consumidor comunique uma reação adversa relacionada ao produto.</p>



<p>Ou ainda que um fornecedor informe que uma matéria-prima utilizada na fabricação apresentou um problema sanitário.</p>



<p>E agora?</p>



<p>Quais lotes foram produzidos?</p>



<p>Onde esses produtos foram distribuídos?</p>



<p>Quais clientes receberam o lote?</p>



<p>Quanto ainda está em estoque?</p>



<p>Como interromper a distribuição?</p>



<p>Quem deve ser comunicado?</p>



<p>Em situações como essas, <strong>tempo e rastreabilidade fazem toda a diferença</strong>.</p>



<p>O recolhimento de alimentos é uma medida destinada a retirar do mercado produtos que possam representar risco ou agravo à saúde do consumidor. No Brasil, o procedimento é regulamentado pela <strong>RDC nº 655/2022</strong>, da Anvisa, que estabelece regras para o recolhimento e para a comunicação à Agência e aos consumidores.</p>



<p>Mas uma coisa é saber que o recolhimento existe.</p>



<p>Outra, muito diferente, é estar preparado para executá-lo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">O que é o recolhimento de alimentos?</h1>



<p>O recolhimento é uma ação destinada à retirada de produtos do mercado quando existe uma situação que possa representar risco ou agravo à saúde do consumidor.</p>



<p>A legislação prevê duas situações:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Recolhimento voluntário</h3>



<p>É iniciado pela própria empresa responsável pelo produto quando identifica uma situação de risco sanitário.</p>



<p>A iniciativa parte da empresa, que deve adotar as medidas necessárias para retirar o produto do mercado e comunicar a Anvisa e os consumidores, conforme os procedimentos estabelecidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Recolhimento determinado</h3>



<p>É estabelecido pela Anvisa como medida preventiva quando existe risco ou agravo à saúde do consumidor e a empresa responsável não realiza voluntariamente o recolhimento.</p>



<p>A Agência pode determinar a retirada dos produtos do mercado.</p>



<p>Em ambos os casos, o objetivo é o mesmo:</p>



<p><strong>impedir que um produto que possa representar risco continue disponível para consumo.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Quando um alimento pode precisar ser recolhido?</h1>



<p>O recolhimento pode ser necessário diante de situações que indiquem risco ou agravo à saúde do consumidor.</p>



<p>Entre os exemplos que podem desencadear uma investigação e, dependendo da avaliação do risco, uma ação de recolhimento estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contaminação microbiológica;</li>



<li>Presença de substâncias ou contaminantes em desacordo com a legislação;</li>



<li>Presença de alergênico não declarado;</li>



<li>Erros que comprometam a segurança do produto;</li>



<li>Falhas de processo que possam afetar determinado lote;</li>



<li>Problemas relacionados à matéria-prima;</li>



<li>Irregularidades que possam representar risco ao consumidor;</li>



<li>Outras situações em que seja identificado risco sanitário.</li>
</ul>



<p>É importante destacar que <strong>nem toda não conformidade resulta automaticamente em recolhimento</strong>.</p>



<p>A necessidade de recolher deve ser avaliada considerando a natureza do problema, sua extensão, os produtos e lotes envolvidos e o risco ao consumidor.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">O primeiro passo é identificar o problema</h1>



<p>Quando uma empresa identifica um possível risco, a primeira reação não deve ser tentar esconder ou minimizar o problema.</p>



<p>É necessário <strong>avaliar rapidamente a situação e tomar decisões baseadas em evidências</strong>.</p>



<p>Isso envolve investigar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Qual foi o problema?</li>



<li>Como ele aconteceu?</li>



<li>Qual produto está envolvido?</li>



<li>Quais lotes podem ter sido afetados?</li>



<li>Quando foram produzidos?</li>



<li>Onde foram distribuídos?</li>



<li>Quantas unidades foram comercializadas?</li>



<li>Ainda existem produtos em estoque?</li>



<li>O problema está restrito a um lote ou pode atingir outros?</li>



<li>Existe risco para o consumidor?</li>
</ul>



<p>Quanto mais estruturado for o sistema de rastreabilidade da empresa, mais rápida e precisa será essa avaliação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Rastreabilidade: o coração de um recolhimento eficiente</h1>



<p>Imagine precisar retirar um lote do mercado sem saber para quais clientes ele foi enviado.</p>



<p>A empresa teria que tentar localizar todos os produtos comercializados, aumentando o tempo necessário para agir e, consequentemente, a possibilidade de exposição do consumidor ao risco.</p>



<p>Por isso, a rastreabilidade é fundamental.</p>



<p>A empresa deve ser capaz de identificar a <strong>origem dos produtos e matérias-primas recebidos e o destino dos produtos distribuídos</strong>, mantendo registros que permitam reconstruir o caminho percorrido pelo alimento. A Anvisa destaca a rastreabilidade como elemento essencial para viabilizar o recolhimento.</p>



<p>Uma rastreabilidade eficiente permite responder rapidamente:</p>



<p><strong>De onde veio?</strong></p>



<p><strong>Onde foi utilizado?</strong></p>



<p><strong>Para onde foi?</strong></p>



<p><strong>Qual lote está envolvido?</strong></p>



<p><strong>Quem recebeu?</strong></p>



<p>Quanto melhor a rastreabilidade, mais direcionada pode ser a ação de recolhimento.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Sua empresa precisa ter um Plano de Recolhimento</h1>



<p>A RDC nº 655/2022 estabelece que as empresas devem possuir um <strong>Plano de Recolhimento de Produtos</strong>, disponível para seus funcionários e para a autoridade sanitária.</p>



<p>Esse plano não deve existir apenas para cumprir uma exigência documental.</p>



<p>Ele precisa funcionar como um verdadeiro <strong>manual de resposta a uma situação de crise</strong>.</p>



<p>Um Plano de Recolhimento deve estabelecer, entre outros aspectos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Responsáveis pela tomada de decisão;</li>



<li>Responsáveis pela comunicação;</li>



<li>Procedimentos para identificação dos produtos;</li>



<li>Sistema de rastreabilidade;</li>



<li>Forma de bloqueio e segregação dos produtos;</li>



<li>Procedimentos para retirada do mercado;</li>



<li>Comunicação com clientes e distribuidores;</li>



<li>Comunicação com a autoridade sanitária;</li>



<li>Destinação dos produtos recolhidos;</li>



<li>Registros das ações realizadas;</li>



<li>Forma de avaliação da eficácia do recolhimento.</li>
</ul>



<p>Em uma situação real, ninguém deveria precisar perguntar:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Quem vai fazer isso?&#8221;</p>
</blockquote>



<p>O procedimento já deveria estar definido.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">E quando o recolhimento é voluntário?</h1>



<p>Quando a própria empresa identifica uma situação que exige recolhimento, ela deve iniciar as medidas necessárias <strong>imediatamente após tomar ciência da necessidade</strong>.</p>



<p>A Anvisa orienta que a comunicação do recolhimento voluntário seja realizada conforme os procedimentos estabelecidos na RDC nº 655/2022.</p>



<p>A empresa deve comunicar a Agência e adotar as medidas necessárias para retirar os produtos do mercado e informar os consumidores, quando aplicável.</p>



<p>A comunicação não deve esperar que todos os produtos tenham sido retirados.</p>



<p><strong>A resposta precisa começar assim que a necessidade de recolhimento for identificada.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Qual é o prazo para comunicar a Anvisa?</h1>



<p>Esse é um ponto que exige muita atenção.</p>



<p>Para o recolhimento, a Anvisa estabelece procedimentos específicos de comunicação e peticionamento.</p>



<p>Segundo as orientações oficiais da Agência, o <strong>Relatório Inicial de Recolhimento</strong> deve ser protocolado em até <strong>48 horas a partir da ciência da necessidade de recolhimento</strong>, seja por iniciativa da própria empresa ou por determinação da Anvisa.</p>



<p>A Anvisa também estabelece etapas posteriores para acompanhamento da ação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Relatório Inicial:</strong> até 48 horas após a ciência da necessidade de recolhimento;</li>



<li><strong>Relatórios periódicos:</strong> a cada 30 dias após o comunicado de início do recolhimento;</li>



<li><strong>Relatório conclusivo:</strong> 120 dias após o comunicado de início do recolhimento.</li>
</ul>



<p>Por isso, ter um responsável definido e um procedimento previamente estabelecido é fundamental.</p>



<p>Em uma situação de risco, <strong>não é hora de começar a descobrir como a empresa deve agir.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">A comunicação ao consumidor também faz parte do processo</h1>



<p>Recolher o produto da cadeia de distribuição é apenas uma parte da ação.</p>



<p>Quando o produto já chegou ao consumidor, a comunicação adequada também pode ser necessária.</p>



<p>A mensagem de alerta deve fornecer informações que permitam ao consumidor identificar o produto envolvido e compreender o risco e as orientações necessárias.</p>



<p>A RDC nº 655/2022 prevê procedimentos específicos para a comunicação aos consumidores e para a anuência da mensagem de alerta pela Anvisa.</p>



<p>Isso reforça a importância de a empresa possuir previamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Canais de comunicação;</li>



<li>Informações atualizadas dos clientes;</li>



<li>Dados de distribuição;</li>



<li>Procedimentos de atendimento;</li>



<li>Responsáveis pela comunicação;</li>



<li>Modelos e fluxos de resposta.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">O que acontece com o produto recolhido?</h1>



<p>Retirar o alimento do mercado não significa simplesmente colocá-lo em um estoque separado.</p>



<p>A empresa precisa manter controle sobre os produtos recolhidos e seguir os procedimentos definidos para sua destinação.</p>



<p>O Plano de Recolhimento deve prever como os produtos serão:</p>



<p><strong>identificados → segregados → recolhidos → armazenados → destinados → registrados.</strong></p>



<p>Essa etapa também precisa ser documentada.</p>



<p>A empresa deve conseguir demonstrar o que aconteceu com os produtos envolvidos na ação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Recolhimento não começa quando o problema aparece</h1>



<p>Essa talvez seja a principal mensagem deste artigo.</p>



<p>Uma empresa preparada para um recolhimento não começa a se organizar quando descobre o problema.</p>



<p>Ela já possui:</p>



<p>✔ Rastreabilidade;</p>



<p>✔ Controle de lotes;</p>



<p>✔ Registros de produção;</p>



<p>✔ Registros de distribuição;</p>



<p>✔ Avaliação de fornecedores;</p>



<p>✔ Procedimentos documentados;</p>



<p>✔ Plano de Recolhimento;</p>



<p>✔ Responsáveis definidos;</p>



<p>✔ Canais de comunicação;</p>



<p>✔ Equipe treinada.</p>



<p>O recolhimento é uma ação de resposta, mas a capacidade de executá-lo corretamente é construída <strong>muito antes da ocorrência</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Um teste simples: sua empresa conseguiria rastrear um lote hoje?</h1>



<p>Faça um exercício interno.</p>



<p>Escolha aleatoriamente um produto fabricado ou comercializado pela sua empresa.</p>



<p>Agora tente responder:</p>



<p><strong>1. Qual é o lote?</strong></p>



<p><strong>2. Qual foi a data de fabricação?</strong></p>



<p><strong>3. Quais matérias-primas foram utilizadas?</strong></p>



<p><strong>4. De quais fornecedores vieram essas matérias-primas?</strong></p>



<p><strong>5. Para quais clientes ou unidades o produto foi distribuído?</strong></p>



<p><strong>6. Quantas unidades ainda estão em estoque?</strong></p>



<p><strong>7. Quanto tempo sua equipe levaria para localizar todas essas informações?</strong></p>



<p>Se a resposta for &#8220;não sei&#8221; ou &#8220;precisamos procurar em vários lugares&#8221;, existe uma oportunidade importante de melhoria no sistema de rastreabilidade.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Recolhimento também é uma questão de cultura da qualidade</h1>



<p>Um sistema eficiente de recolhimento depende de muito mais do que documentos.</p>



<p>Ele depende de uma empresa que monitora seus processos, investiga desvios, mantém registros confiáveis e não ignora sinais de risco.</p>



<p>É aqui que o recolhimento se conecta diretamente à <strong>cultura da qualidade</strong>.</p>



<p>Quanto mais madura for a cultura de uma empresa, maior a capacidade de identificar um problema rapidamente, avaliar seus impactos e agir antes que ele alcance mais consumidores.</p>



<p><strong>Prevenir é importante. Saber responder quando a prevenção falha também é.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Como a Nutri Mi pode ajudar?</h1>



<p>Na Nutri Mi, auxiliamos empresas na estruturação de sistemas de qualidade e segurança dos alimentos, incluindo <strong>rastreabilidade, procedimentos, documentação, auditorias e planos de ação</strong>.</p>



<p>Um sistema de recolhimento eficiente precisa estar conectado à realidade da operação.</p>



<p>Por isso, nosso trabalho envolve avaliar os processos existentes, identificar vulnerabilidades e estruturar procedimentos que possam realmente ser executados pela equipe quando necessário.</p>



<p>Porque, diante de um risco sanitário, <strong>tempo é segurança</strong>.</p>



<p>E uma empresa preparada sabe exatamente o que fazer.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Sua empresa estaria preparada para um recolhimento hoje?</h2>



<p>Não espere uma ocorrência para descobrir que faltam registros, rastreabilidade ou procedimentos.</p>



<p><strong>O melhor momento para testar o seu sistema de recolhimento é antes de precisar utilizá-lo.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Referência regulatória</h3>



<p><strong>RDC nº 655, de 30 de março de 2022 — Dispõe sobre o recolhimento de alimentos e sua comunicação à Anvisa e aos consumidores.</strong></p>



<p>Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui a avaliação técnica da situação específica da empresa nem a consulta integral à legislação sanitária vigente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Portaria CVS-3/2026 na prática: 10 mudanças que vão impactar os serviços de alimentação</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/portaria-cvs-3-2026-na-pratica-10-mudancas-que-vao-impactar-os-servicos-de-alimentacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nutrimialimentos.com.br/?p=658</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sua empresa já começou a se adequar à nova legislação? Depois de mais de uma década como uma das principais referências para as Boas Práticas no Estado de São Paulo, a Portaria CVS nº 5/2013 está sendo substituída. Em 3 de julho de 2026, foi publicada a Portaria CVS nº 3/2026, que aprova o novo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Sua empresa já começou a se adequar à nova legislação?</h1>



<p>Depois de mais de uma década como uma das principais referências para as Boas Práticas no Estado de São Paulo, a Portaria CVS nº 5/2013 está sendo substituída.</p>



<p>Em 3 de julho de 2026, foi publicada a <strong>Portaria CVS nº 3/2026</strong>, que aprova o novo Regulamento Técnico de Boas Práticas para Estabelecimentos Comerciais de Alimentos e para Serviços de Alimentação.</p>



<p>A nova norma entra em vigor <strong>90 dias após sua publicação, em 4 de outubro de 2026</strong>, e, a partir dessa data, a Portaria CVS nº 5/2013 será revogada. O período entre a publicação e a entrada em vigor deve ser encarado como uma oportunidade para que as empresas revisem seus processos, documentos e práticas antes que as novas exigências passem a valer.</p>



<p>Mas o que realmente muda na rotina dos estabelecimentos?</p>



<p>Mais do que substituir uma legislação por outra, a CVS-3/2026 traz novos requisitos e detalha situações que exigem atenção das equipes de Qualidade, responsáveis técnicos, gestores e manipuladores.</p>



<p>Neste artigo, a Nutri Mi destaca <strong>10 mudanças que merecem atenção durante o processo de adequação.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">1. Capacitação dos manipuladores passa a ter carga horária mínima de 8 horas</h1>



<p>Uma das mudanças importantes está relacionada à capacitação dos manipuladores.</p>



<p>A nova Portaria estabelece que <strong>todos os manipuladores devem realizar curso de capacitação em Boas Práticas com carga horária mínima de 8 horas</strong>.</p>



<p>A norma também estabelece conteúdos que devem fazer parte dessa capacitação, relacionados à segurança dos alimentos, higiene e saúde dos manipuladores, qualidade da água, controle de pragas, boas práticas de manipulação e procedimentos de higienização, entre outros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na prática, o que a empresa precisa revisar?</h3>



<p>Não basta apenas possuir um certificado de treinamento.</p>



<p>É necessário avaliar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quem são os manipuladores da empresa;</li>



<li>Quais treinamentos já foram realizados;</li>



<li>Qual a carga horária;</li>



<li>Quais conteúdos foram abordados;</li>



<li>Como a capacitação está sendo comprovada;</li>



<li>Se os procedimentos internos estão alinhados ao treinamento.</li>
</ul>



<p><strong>A capacitação precisa estar conectada à realidade da operação.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">2. Exames dos manipuladores ganham novos requisitos</h1>



<p>A CVS-3/2026 estabelece novos critérios relacionados ao acompanhamento da saúde dos manipuladores.</p>



<p>Entre as mudanças destacadas na nova norma estão a obrigatoriedade anual de <strong>coprocultura e exame parasitológico</strong>, além das exigências relacionadas ao PCMSO.</p>



<p>Esse ponto exige atenção principalmente das empresas que possuem grande número de colaboradores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que revisar?</h3>



<p>É importante verificar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Procedimentos admissionais e periódicos;</li>



<li>Controle dos exames;</li>



<li>Documentação dos colaboradores;</li>



<li>Integração entre RH, Saúde Ocupacional e Qualidade;</li>



<li>Procedimentos adotados quando um colaborador apresenta sintomas ou condições que possam representar risco à segurança dos alimentos.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">3. O monitoramento de temperatura passa a ter periodicidade mínima definida</h1>



<p>O controle de temperatura continua sendo um dos principais pilares da segurança dos alimentos, mas a nova legislação traz maior detalhamento sobre seu monitoramento.</p>



<p>A CVS-3/2026 estabelece que os equipamentos de conservação devem ter <strong>monitoramento e registro de temperatura, no mínimo, duas vezes ao dia</strong>.</p>



<p>Para alimentos em exposição, o monitoramento deve ocorrer <strong>a cada duas horas</strong>.</p>



<p>Isso significa que empresas precisam olhar não apenas para o termômetro, mas também para o seu sistema de registros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vale revisar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quantas vezes a temperatura é medida atualmente;</li>



<li>Quem realiza o controle;</li>



<li>Onde os dados são registrados;</li>



<li>O que acontece quando uma temperatura está fora do padrão;</li>



<li>Se os equipamentos possuem condições adequadas de monitoramento;</li>



<li>Se os registros são realmente analisados.</li>
</ul>



<p><strong>Medir sem agir diante de um desvio não é controle.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">4. Preparações com pescado cru e carnes cruas passam a ter faixa específica de temperatura</h1>



<p>A nova Portaria traz requisitos específicos para preparações que contenham <strong>pescado cru ou carnes cruas</strong>, estabelecendo faixa de conservação de <strong>0 °C a 5 °C</strong>.</p>



<p>Esse ponto merece atenção especial de restaurantes, bares, hotéis, serviços de alimentação e estabelecimentos que trabalham com culinária japonesa ou preparações como carpaccio e steak tartare.</p>



<p>A empresa deve verificar se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os equipamentos conseguem manter a temperatura exigida;</li>



<li>Existe monitoramento adequado;</li>



<li>O procedimento está descrito no POP;</li>



<li>A equipe conhece o requisito;</li>



<li>O tempo de exposição está controlado.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">5. A preparação de sushi ganha requisitos específicos</h1>



<p>Para estabelecimentos que trabalham com culinária japonesa, a mudança é ainda mais relevante.</p>



<p>A CVS-3/2026 estabelece requisitos específicos para o <strong>arroz utilizado na preparação de sushi</strong>, incluindo controle de pH, receita padronizada com laudo laboratorial e critérios relacionados ao tempo de utilização em temperatura ambiente.</p>



<p>O arroz temperado deve atingir <strong>pH ≤ 4,5</strong>, conforme os critérios estabelecidos pela norma.</p>



<p>Além disso, a empresa precisa estruturar seu processo de forma que o controle seja efetivamente demonstrado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Para esses estabelecimentos, é fundamental revisar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Formulação e receita do arroz;</li>



<li>Padronização do processo;</li>



<li>Controle de pH;</li>



<li>Validação laboratorial;</li>



<li>Tempo de utilização;</li>



<li>Registros;</li>



<li>Procedimentos da equipe.</li>
</ul>



<p>Aqui, a adequação não deve ficar apenas no papel.</p>



<p><strong>O processo precisa ser tecnicamente controlado e comprovado.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">6. Alimentos crus ou mal cozidos passam a exigir aviso no cardápio</h1>



<p>Outra mudança importante envolve os alimentos crus ou mal cozidos.</p>



<p>A nova Portaria determina que preparações que contenham ingredientes crus ou mal cozidos sejam identificadas no cardápio com <strong>asterisco (*)</strong>, acompanhadas do aviso estabelecido pela regulamentação sobre o risco de DTHA — Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar.</p>



<p>Isso significa que a adequação não está restrita à cozinha.</p>



<p>O <strong>cardápio também passa a fazer parte do processo de adequação sanitária.</strong></p>



<p>Empresas que trabalham com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>sushi;</li>



<li>sashimi;</li>



<li>carpaccio;</li>



<li>steak tartare;</li>



<li>ovos ou outras preparações com ingredientes crus ou mal cozidos;</li>
</ul>



<p>devem revisar seus cardápios e materiais de comunicação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">7. A guarda de amostras muda: atenção ao prazo e ao momento da coleta</h1>



<p>A guarda de amostras também sofreu alterações importantes.</p>



<p>Na CVS-5/2013, a coleta era realizada na segunda hora da distribuição e o período de guarda era de 72 horas.</p>



<p>Na CVS-3/2026, a coleta passa a ser realizada no <strong>último terço do tempo de distribuição</strong>, e o prazo de guarda passa para <strong>96 horas</strong>. A norma também estabelece requisitos específicos para acondicionamento e temperatura das amostras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que a empresa precisa fazer?</h3>



<p>Revisar imediatamente o POP relacionado à coleta e guarda de amostras.</p>



<p>Não basta alterar a planilha.</p>



<p>É necessário verificar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Horário da coleta;</li>



<li>Quantidade coletada;</li>



<li>Identificação;</li>



<li>Tipo de embalagem;</li>



<li>Condições de armazenamento;</li>



<li>Temperatura;</li>



<li>Tempo de guarda;</li>



<li>Responsáveis pelo procedimento.</li>
</ul>



<p><strong>Um procedimento desatualizado pode fazer com que a equipe continue executando uma prática que já não corresponde à nova legislação.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">8. Delivery passa a ter requisitos específicos</h1>



<p>O crescimento dos serviços de entrega também aparece na nova regulamentação.</p>



<p>A CVS-3/2026 estabelece regras específicas para a entrega de alimentos preparados, incluindo a utilização de <strong>selo de garantia ou lacre inviolável</strong> e a identificação <strong>&#8220;Produto para consumo imediato&#8221;</strong>, conforme os critérios previstos na norma.</p>



<p>Isso significa que empresas que trabalham com delivery precisam olhar para além da cozinha.</p>



<p>É necessário avaliar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Embalagens;</li>



<li>Lacres;</li>



<li>Identificação;</li>



<li>Fluxo de entrega;</li>



<li>Transporte;</li>



<li>Proteção do alimento;</li>



<li>Procedimentos de expedição.</li>
</ul>



<p>A segurança do alimento precisa ser mantida <strong>até o momento da entrega ao consumidor.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">9. Cílios e unhas postiças passam a ser expressamente proibidos</h1>



<p>As regras relacionadas à apresentação e higiene dos manipuladores também foram reforçadas.</p>



<p>A nova Portaria mantém a proibição dos adornos já previstos anteriormente e acrescenta expressamente a proibição de <strong>cílios postiços e unhas postiças</strong>.</p>



<p>Além disso, a exigência relacionada à barba e ao bigode passa a ser mais rígida, com a determinação de que estejam <strong>totalmente raspados</strong>.</p>



<p>Esse é um exemplo de mudança que pode parecer simples, mas exige atualização de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Treinamentos;</li>



<li>Integração de novos colaboradores;</li>



<li>POPs;</li>



<li>Cartazes e orientações internas;</li>



<li>Checklists de auditoria;</li>



<li>Comunicação com a equipe.</li>
</ul>



<p>A legislação só produz resultado quando chega à rotina.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">10. O Manual de Boas Práticas e os POPs precisam acompanhar a nova realidade</h1>



<p>Talvez essa seja uma das adequações mais importantes.</p>



<p>A nova Portaria exige que os estabelecimentos mantenham seus procedimentos e documentação compatíveis com os requisitos aplicáveis.</p>



<p>Isso significa que não adianta apenas possuir um Manual de Boas Práticas ou POPs arquivados.</p>



<p><strong>Eles precisam representar a operação real e estar atualizados de acordo com a legislação vigente.</strong></p>



<p>A CVS-3/2026 também estabelece requisitos relacionados à manutenção e guarda de documentos e registros, incluindo prazo mínimo de <strong>180 dias</strong> para determinados documentos e registros previstos na norma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A revisão deve considerar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manual de Boas Práticas;</li>



<li>POPs;</li>



<li>Registros;</li>



<li>Treinamentos;</li>



<li>Controles de temperatura;</li>



<li>Procedimentos de coleta de amostras;</li>



<li>Recebimento de mercadorias;</li>



<li>Controle de fornecedores;</li>



<li>Delivery;</li>



<li>Cardápios;</li>



<li>Processos específicos da operação.</li>
</ul>



<p><strong>Atualizar um documento não significa apenas trocar o número da legislação na capa.</strong></p>



<p>É preciso verificar se cada procedimento continua adequado à realidade da empresa e aos novos requisitos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">E essas são apenas algumas das mudanças</h1>



<p>A CVS-3/2026 é extensa e traz outras alterações que também precisam ser avaliadas.</p>



<p>Entre elas estão requisitos relacionados à seleção e avaliação de fornecedores, armazenamento, utilização de ovos, produtos de confeitaria e preparações com laticínios, comércio a granel, condimentos e molhos, descarte de óleo de fritura, registros eletrônicos, estruturas físicas e outros aspectos da operação.</p>



<p>Por isso, a adequação não deve ser feita de forma pontual.</p>



<p>É necessário realizar uma <strong>análise completa da operação</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">CVS-3/2026: adequar não é apenas atualizar documentos</h1>



<p>Uma das maiores armadilhas durante uma mudança de legislação é concentrar todo o esforço na documentação.</p>



<p>Atualizar o Manual de Boas Práticas é importante.</p>



<p>Revisar os POPs é necessário.</p>



<p>Mas isso não é suficiente.</p>



<p>Se a rotina da empresa continuar igual, a adequação estará apenas no papel.</p>



<p>A nova legislação precisa ser traduzida em:</p>



<p><strong>Processos → Procedimentos → Treinamentos → Registros → Monitoramento → Melhoria contínua.</strong></p>



<p>É assim que a legislação se transforma em prática.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Sua empresa ainda não começou a adequação?</h1>



<p>O prazo pode parecer longo, mas a quantidade de pontos que precisam ser avaliados é significativa.</p>



<p>A recomendação é começar pelo diagnóstico:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Avalie a situação atual</h3>



<p>Identifique quais requisitos já são atendidos e quais apresentam desvios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Compare com a nova legislação</h3>



<p>Faça uma análise detalhada entre a operação atual e os requisitos da CVS-3/2026.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Priorize os pontos críticos</h3>



<p>Nem todas as adequações terão o mesmo impacto ou complexidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Revise documentos e procedimentos</h3>



<p>Atualize Manual de Boas Práticas, POPs e registros de acordo com a realidade da operação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Treine a equipe</h3>



<p>Não adianta alterar procedimentos se os colaboradores não forem capacitados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Monitore a implantação</h3>



<p>Após as adequações, é necessário verificar se os novos procedimentos estão realmente sendo cumpridos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">A Nutri Mi pode ajudar sua empresa nessa transição</h1>



<p>A mudança de legislação é uma oportunidade para revisar processos, corrigir fragilidades e fortalecer a cultura da qualidade.</p>



<p>Na <strong>Nutri Mi Alimentos</strong>, auxiliamos empresas na interpretação dos requisitos sanitários, diagnóstico de adequação, revisão e elaboração de Manuais de Boas Práticas e POPs, treinamentos, auditorias técnicas e implantação das melhorias necessárias para adequação da operação.</p>



<p>Nosso trabalho é transformar a legislação em <strong>processos claros, aplicáveis e sustentáveis para a realidade de cada empresa.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Não espere 4 de outubro para descobrir o que precisa ser ajustado.</h2>



<p><strong>A adequação começa antes da legislação entrar em vigor.</strong></p>



<p>E quanto antes sua empresa identificar os pontos de melhoria, maior será o tempo para corrigir, treinar e consolidar as mudanças na rotina.</p>



<p><strong>Nutri Mi Alimentos — Segurança dos Alimentos com responsabilidade técnica.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Importante</h3>



<p>Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui a leitura da <strong>Portaria CVS nº 3, de 3 de julho de 2026</strong>, nem a avaliação técnica específica de cada estabelecimento. A aplicabilidade dos requisitos deve ser analisada considerando a atividade, o município, os processos realizados e demais legislações sanitárias aplicáveis. A própria divulgação técnica da nova norma recomenda a consulta ao texto integral para situações específicas.</p>
<p>O post <a href="https://nutrimialimentos.com.br/portaria-cvs-3-2026-na-pratica-10-mudancas-que-vao-impactar-os-servicos-de-alimentacao/">Portaria CVS-3/2026 na prática: 10 mudanças que vão impactar os serviços de alimentação</a> apareceu primeiro em <a href="https://nutrimialimentos.com.br">Nutri Mi</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quanto custa um pequeno erro na manipulação de alimentos?</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/quanto-custa-um-pequeno-erro-na-manipulacao-de-alimentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 18:58:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um pequeno descuido pode custar muito mais do que você imagina. Uma etiqueta sem data. Um alimento armazenado na temperatura incorreta. Um manipulador que esqueceu de higienizar as mãos. Um produto vencido que permaneceu no estoque por falta de conferência. À primeira vista, esses parecem erros simples. Mas, na prática, cada um deles pode desencadear&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Um pequeno descuido pode custar muito mais do que você imagina.</strong></p>



<p>Uma etiqueta sem data. Um alimento armazenado na temperatura incorreta. Um manipulador que esqueceu de higienizar as mãos. Um produto vencido que permaneceu no estoque por falta de conferência. À primeira vista, esses parecem erros simples. Mas, na prática, cada um deles pode desencadear uma sequência de problemas que afetam diretamente a segurança dos alimentos, a reputação da empresa e, principalmente, o resultado financeiro do negócio.</p>



<p>A grande questão é: <strong>quanto realmente custa um pequeno erro na manipulação de alimentos?</strong></p>



<p>Na maioria das vezes, muito mais do que o investimento necessário para evitá-lo.</p>



<p><strong>O verdadeiro custo de um erro</strong></p>



<p>Quando pensamos em um desvio operacional, normalmente lembramos apenas da multa aplicada por um órgão fiscalizador. Mas esse é apenas um dos possíveis impactos. Na realidade, um pequeno erro pode gerar uma série de prejuízos que nem sempre são percebidos imediatamente.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Desperdício de alimentos</strong></li>
</ol>



<p>Um alimento armazenado fora da temperatura adequada pode precisar ser descartado. Um produto sem identificação perde sua rastreabilidade e, muitas vezes, também precisa ser inutilizado. Cada descarte representa dinheiro indo para o lixo. Além do custo da matéria-prima, existe o desperdício de mão de obra, energia, tempo de produção e logística.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li><strong>Retrabalho</strong></li>
</ol>



<p>Sempre que ocorre uma não conformidade, alguém precisa interromper suas atividades para corrigir o problema. Refazer processos, reorganizar estoques, revisar documentos e repetir treinamentos consome tempo e reduz a produtividade da equipe. Enquanto isso, outras atividades importantes deixam de ser realizadas.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li><strong>Reclamações de clientes</strong></li>
</ol>



<p>Um produto entregue fora do padrão pode gerar reclamações, devoluções e perda da confiança do consumidor. Reconquistar um cliente costuma ser muito mais difícil — e caro — do que manter aquele que já confia na empresa. Hoje, uma única avaliação negativa nas redes sociais pode alcançar centenas ou até milhares de pessoas.</p>



<ol start="4" class="wp-block-list">
<li><strong>Multas e autuações</strong></li>
</ol>



<p>Durante uma fiscalização, pequenos desvios podem resultar em notificações, autos de infração e penalidades previstas na legislação sanitária. Além do impacto financeiro, a empresa ainda precisará dedicar tempo e recursos para corrigir as não conformidades identificadas.</p>



<ol start="5" class="wp-block-list">
<li><strong>Interdição parcial ou total da operação</strong></li>
</ol>



<p>Dependendo da gravidade das irregularidades encontradas, o estabelecimento pode sofrer interdições até que as adequações sejam realizadas. Nesse período, além dos custos com correções, a empresa pode deixar de faturar e comprometer contratos importantes.</p>



<ol start="6" class="wp-block-list">
<li><strong>Danos à reputação</strong></li>
</ol>



<p>Leva anos para construir uma boa reputação. Mas basta um incidente para colocar essa confiança em risco. Quando um problema relacionado à segurança dos alimentos se torna público, os impactos podem ultrapassar as fronteiras da empresa. Clientes, fornecedores, parceiros e consumidores passam a questionar a credibilidade da marca. Reconstruir essa imagem exige tempo, investimento e muito trabalho.</p>



<ol start="7" class="wp-block-list">
<li><strong>Riscos à saúde dos consumidores</strong></li>
</ol>



<p>Mais do que perdas financeiras, erros na manipulação podem comprometer aquilo que é mais importante: a saúde das pessoas. Contaminações por bactérias, vírus, parasitas ou agentes químicos podem resultar em Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs), trazendo consequências graves para os consumidores e para a empresa responsável. </p>



<p>Garantir alimentos seguros é, acima de tudo, um compromisso com a vida. </p>



<p>O menor custo sempre será o da prevenção.</p>



<p><strong>A boa notícia é que a maioria desses problemas pode ser evitada.</strong></p>



<p>Treinamentos periódicos, auditorias internas, procedimentos padronizados, monitoramento de temperaturas, controle de validade, rastreabilidade e uma equipe comprometida reduzem significativamente os riscos operacionais.</p>



<p>Mais do que cumprir exigências legais, essas ações ajudam a proteger pessoas, preservar a reputação da empresa e reduzir perdas financeiras.</p>



<p>Investir em qualidade não significa gastar mais, significa evitar prejuízos que poderiam ser muito maiores.</p>



<p>A prevenção começa na cultura da empresa, nenhum procedimento será eficaz se a equipe não compreender sua importância.</p>



<p>Quando a <strong>qualidade </strong>faz parte da <strong>cultura</strong> organizacional, os colaboradores deixam de executar tarefas apenas por obrigação e passam a agir com responsabilidade e consciência.</p>



<p>Pequenas atitudes diárias fazem toda a diferença:</p>



<p>Conferir uma etiqueta.</p>



<p>Registrar uma temperatura.</p>



<p>Higienizar corretamente as mãos.</p>



<p>Armazenar um alimento no local adequado.</p>



<p>São ações simples, mas que protegem consumidores, fortalecem a empresa e evitam grandes prejuízos.</p>



<p><strong>Como a Nutri Mi pode ajudar?</strong></p>



<p>Na Nutri Mi, acreditamos que prevenir sempre será mais eficiente — e mais econômico — do que corrigir.</p>



<p>Por isso, auxiliamos empresas na implantação de Boas Práticas de Manipulação, elaboração e atualização de Manuais de Boas Práticas e POPs, treinamentos de equipes, auditorias técnicas, programas de qualidade e adequação às legislações sanitárias.</p>



<p>Nosso objetivo é transformar a prevenção em uma rotina e a qualidade em um diferencial competitivo.</p>



<p>Porque, quando o assunto é segurança dos alimentos, o pequeno erro de hoje pode se transformar no grande prejuízo de amanhã.</p>



<p><strong>E a sua empresa?</strong></p>



<p>Você sabe quanto um pequeno erro pode estar custando para a sua operação?</p>



<p>Talvez o prejuízo não esteja apenas nas multas ou nas perdas de produtos.</p>



<p>Ele pode estar escondido no retrabalho, nos desperdícios, nas reclamações de clientes e nas oportunidades que deixam de ser aproveitadas.</p>



<p>Investir em prevenção é investir na sustentabilidade, na credibilidade e no futuro do seu negócio.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CULTURA DE QUALIDADE: Como criar uma cultura de qualidade dentro da sua empresa!</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/cultura-de-qualidade-como-criar-uma-cultura-de-qualidade-dentro-da-sua-empresa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sua empresa mantém a qualidade… ou ela depende de quem está trabalhando? Imagine a seguinte situação: um colaborador experiente pede demissão. Poucos dias depois, começam a surgir erros que antes não aconteciam. Processos deixam de ser seguidos, aumentam as não conformidades, aparecem desperdícios e a equipe precisa ser treinada novamente. Se isso acontece na sua&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://nutrimialimentos.com.br/cultura-de-qualidade-como-criar-uma-cultura-de-qualidade-dentro-da-sua-empresa/">CULTURA DE QUALIDADE: Como criar uma cultura de qualidade dentro da sua empresa!</a> apareceu primeiro em <a href="https://nutrimialimentos.com.br">Nutri Mi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Sua empresa mantém a qualidade… ou ela depende de quem está trabalhando?</h1>



<p>Imagine a seguinte situação: um colaborador experiente pede demissão. Poucos dias depois, começam a surgir erros que antes não aconteciam. Processos deixam de ser seguidos, aumentam as não conformidades, aparecem desperdícios e a equipe precisa ser treinada novamente.</p>



<p>Se isso acontece na sua empresa, talvez o problema não seja a rotatividade.</p>



<p>O problema é que a qualidade ainda não faz parte da cultura organizacional.</p>



<p>Empresas que alcançam excelência não dependem de um ou dois colaboradores para manter seus padrões. Elas criam uma cultura em que todos compreendem a importância da qualidade, seguem os processos naturalmente e mantêm o mesmo nível de desempenho, independentemente de quem entra ou sai da equipe.</p>



<p>É justamente essa cultura que diferencia empresas que vivem &#8220;apagando incêndios&#8221; daquelas que trabalham com previsibilidade, eficiência e melhoria contínua.</p>



<p>Mas afinal, como construir uma cultura de qualidade capaz de resistir ao tempo, às mudanças e à rotatividade de colaboradores?</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">O que é uma cultura de qualidade?</h1>



<p>Cultura de qualidade é o conjunto de valores, comportamentos e hábitos compartilhados por todos os colaboradores de uma organização.</p>



<p>Ela existe quando a qualidade deixa de ser responsabilidade exclusiva do Responsável Técnico, do setor de Qualidade ou da liderança e passa a fazer parte da forma como cada pessoa executa suas atividades.</p>



<p>Em empresas com uma cultura bem consolidada, os colaboradores não seguem procedimentos apenas porque existe uma auditoria ou porque alguém está fiscalizando.</p>



<p>Eles fazem o certo porque entendem o impacto de suas ações na segurança dos alimentos, na satisfação dos clientes e no sucesso da empresa.</p>



<p>Quando isso acontece, a qualidade deixa de depender das pessoas e passa a fazer parte da identidade da organização.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Quando a qualidade vira cultura, ela permanece</h1>



<p>Toda empresa passa por mudanças.</p>



<p>Novos colaboradores são contratados, profissionais experientes deixam a equipe, processos evoluem e desafios surgem diariamente.</p>



<p>Quando não existe uma cultura consolidada, cada mudança representa um risco. O conhecimento vai embora junto com as pessoas. </p>



<p>Os erros voltam a acontecer. </p>



<p>Os treinamentos precisam começar do zero.</p>



<p>Os gestores gastam tempo corrigindo problemas que já deveriam estar resolvidos.</p>



<p>Por outro lado, quando existe uma cultura de qualidade bem implantada, o padrão permanece.</p>



<p>Os novos colaboradores aprendem mais rapidamente porque encontram uma equipe comprometida.</p>



<p>As boas práticas são reforçadas naturalmente pelos próprios colegas.</p>



<p>Os procedimentos fazem parte da rotina.</p>



<p>A qualidade continua existindo, mesmo quando as pessoas mudam.</p>



<p>Em outras palavras:</p>



<p><strong>As pessoas mudam. A cultura permanece.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Os benefícios de uma cultura de qualidade bem implantada</h1>



<p>Criar uma cultura da qualidade gera resultados muito maiores do que simplesmente atender à legislação sanitária.</p>



<p>Ela fortalece toda a organização.</p>



<p>Entre os principais benefícios estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução do impacto causado pela rotatividade de colaboradores;</li>



<li>Padronização dos processos em todos os setores;</li>



<li>Redução de desperdícios, retrabalho e perdas financeiras;</li>



<li>Menor ocorrência de não conformidades;</li>



<li>Equipes mais engajadas e comprometidas;</li>



<li>Melhor desempenho em auditorias e fiscalizações;</li>



<li>Maior segurança dos alimentos em todas as etapas da produção;</li>



<li>Fortalecimento da confiança de clientes e consumidores;</li>



<li>Melhoria da reputação da empresa no mercado;</li>



<li>Crescimento sustentável baseado em processos sólidos e não em pessoas específicas.</li>
</ul>



<p>Quando a qualidade faz parte da cultura, ela deixa de ser um custo e passa a gerar resultados para toda a empresa.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Como construir uma cultura de qualidade?</h1>



<p>Não existe uma fórmula mágica.</p>



<p>A cultura é construída diariamente, por meio de pequenas atitudes repetidas de forma consistente.</p>



<p>Alguns pilares são fundamentais nesse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. A liderança deve dar o exemplo</h2>



<p>Nenhuma cultura nasce apenas de procedimentos escritos.</p>



<p>Os gestores precisam demonstrar diariamente que a qualidade é prioridade.</p>



<p>Quando a liderança segue os processos, utiliza corretamente os procedimentos e valoriza boas práticas, transmite uma mensagem clara para toda a equipe.</p>



<p>As pessoas observam muito mais as atitudes do que os discursos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">2. Capacite continuamente sua equipe</h2>



<p>Treinar colaboradores apenas na integração não é suficiente.</p>



<p>As legislações evoluem.</p>



<p>Os processos mudam.</p>



<p>Os riscos também.</p>



<p>Por isso, treinamentos contínuos são indispensáveis.</p>



<p>Mais importante do que ensinar &#8220;como fazer&#8221; é explicar &#8220;por que fazer&#8221;.</p>



<p>Quando o colaborador entende a importância de suas atividades, ele passa a agir por consciência e não apenas por obrigação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">3. Simplifique os processos</h2>



<p>Procedimentos complicados dificilmente são seguidos.</p>



<p>Uma cultura forte depende de processos simples, objetivos e fáceis de compreender.</p>



<p>POPs bem elaborados, instruções visuais, checklists e padronizações facilitam a execução correta das atividades e reduzem falhas operacionais.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">4. Incentive a participação da equipe</h2>



<p>Os colaboradores precisam sentir que fazem parte da construção da qualidade.</p>



<p>Criar um ambiente onde todos possam relatar problemas, sugerir melhorias e comunicar não conformidades fortalece a cultura organizacional.</p>



<p>Encontrar um erro não deve ser motivo para punição.</p>



<p>Deve ser uma oportunidade de melhoria.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">5. Monitore indicadores e compartilhe resultados</h2>



<p>Não é possível melhorar aquilo que não é medido.</p>



<p>Indicadores de qualidade ajudam a identificar tendências, prevenir problemas e direcionar ações corretivas.</p>



<p>Mas acompanhar números não basta.</p>



<p>Compartilhar os resultados com a equipe faz com que cada colaborador compreenda sua contribuição para os objetivos da empresa.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">6. Reconheça boas práticas</h2>



<p>Uma cultura também é construída por meio do reconhecimento.</p>



<p>Valorizar colaboradores que seguem corretamente os procedimentos demonstra que a empresa realmente acredita na qualidade.</p>



<p>Feedbacks positivos, campanhas internas e pequenas ações de reconhecimento aumentam o engajamento e fortalecem comportamentos desejados.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">A cultura de qualidade é construída todos os dias</h1>



<p>Criar uma cultura de qualidade não significa eliminar todos os erros.</p>



<p>Significa construir um ambiente onde as pessoas saibam como agir, entendam por que fazem cada atividade e tenham o compromisso de buscar a melhoria contínua.</p>



<p>Empresas que desenvolvem essa cultura não dependem de cobranças constantes.</p>



<p>Elas criam equipes que trabalham alinhadas, compartilham conhecimento e mantêm os processos funcionando com consistência.</p>



<p>A verdadeira cultura da qualidade acontece quando ninguém está olhando e, mesmo assim, todos fazem o certo.</p>



<p>Porque, no fim das contas, colaboradores podem mudar.</p>



<p>Equipamentos podem ser substituídos.</p>



<p>Processos podem evoluir.</p>



<p><strong>Mas uma cultura bem construída permanece.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Como a Nutri Mi pode ajudar?</h1>



<p>Na Nutri Mi, acreditamos que qualidade não se resume a documentos, auditorias ou exigências legais.</p>



<p>Ela é resultado de pessoas capacitadas, processos bem estruturados e uma cultura organizacional sólida.</p>



<p>Por isso, auxiliamos empresas na implantação de programas de qualidade, treinamentos técnicos, elaboração de manuais e procedimentos, auditorias, desenvolvimento de indicadores e fortalecimento da cultura da qualidade em todos os níveis da organização.</p>



<p>Nosso objetivo é transformar a qualidade em um hábito diário, capaz de gerar mais segurança, eficiência e resultados para o seu negócio.</p>



<p><strong>Porque qualidade não é um departamento.</strong></p>



<p><strong>É uma cultura que transforma empresas e protege pessoas.</strong></p>
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		<title>FOOD FRAUD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Food Fraud: o que é e por que sua empresa deve se preocupar com isso? Quando falamos em qualidade e segurança dos alimentos, muitas pessoas pensam imediatamente em contaminações, higiene e controle de processos. No entanto, existe uma ameaça que pode comprometer a confiança do consumidor, gerar prejuízos financeiros e até colocar a saúde pública&#8230;</p>
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<h1 class="wp-block-heading">Food Fraud: o que é e por que sua empresa deve se preocupar com isso?</h1>



<p>Quando falamos em qualidade e segurança dos alimentos, muitas pessoas pensam imediatamente em contaminações, higiene e controle de processos. No entanto, existe uma ameaça que pode comprometer a confiança do consumidor, gerar prejuízos financeiros e até colocar a saúde pública em risco: o Food Fraud.</p>



<p>Mas afinal, o que é Food Fraud e por que esse tema tem ganhado cada vez mais atenção no setor alimentício?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é Food Fraud?</h2>



<p>Food Fraud, ou fraude em alimentos, é qualquer ação intencional realizada com o objetivo de obter vantagem econômica por meio da adulteração, substituição, falsificação, diluição ou rotulagem incorreta de alimentos, ingredientes ou embalagens.</p>



<p>Diferentemente de falhas acidentais de qualidade, a fraude ocorre de forma deliberada e planejada.</p>



<p>Entre os exemplos mais conhecidos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Adição de água ao leite para aumentar o volume;</li>



<li>Substituição de ingredientes nobres por alternativas mais baratas;</li>



<li>Venda de azeites adulterados;</li>



<li>Utilização de matérias-primas diferentes das declaradas no rótulo;</li>



<li>Falsificação de certificados de origem ou qualidade;</li>



<li>Comercialização de produtos com informações enganosas ao consumidor.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o Food Fraud é uma preocupação crescente?</h2>



<p>As cadeias de suprimentos estão cada vez mais complexas e globalizadas. Isso significa que ingredientes e matérias-primas podem passar por diversos fornecedores antes de chegar ao consumidor final.</p>



<p>Quanto maior a cadeia, maiores são as oportunidades para práticas fraudulentas.</p>



<p>Além dos impactos financeiros, as fraudes podem gerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Perda de credibilidade da marca;</li>



<li>Processos judiciais;</li>



<li>Multas e sanções regulatórias;</li>



<li>Recolhimento de produtos;</li>



<li>Riscos à saúde dos consumidores;</li>



<li>Danos à reputação difíceis de recuperar.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Food Fraud e Segurança dos Alimentos: qual a relação?</h2>



<p>Embora nem toda fraude resulte em um risco direto à saúde, algumas adulterações podem introduzir substâncias perigosas ou ingredientes não declarados.</p>



<p>Isso significa que uma fraude econômica pode rapidamente se transformar em um problema de segurança dos alimentos.</p>



<p>Por esse motivo, organizações internacionais e normas reconhecidas mundialmente passaram a incluir avaliações específicas para prevenção de Food Fraud dentro de seus sistemas de gestão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir fraudes em alimentos?</h2>



<p>A prevenção começa pelo conhecimento da cadeia de fornecimento e pela implementação de controles robustos.</p>



<p>Algumas medidas importantes incluem:</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Avaliação e qualificação de fornecedores</h3>



<p>Conhecer a procedência das matérias-primas é fundamental para reduzir vulnerabilidades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Rastreabilidade eficiente</h3>



<p>Sistemas de rastreabilidade permitem identificar rapidamente a origem de ingredientes e produtos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Avaliação de vulnerabilidades</h3>



<p>Mapear ingredientes, processos e fornecedores mais suscetíveis a fraudes ajuda a direcionar ações preventivas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Monitoramento e auditorias</h3>



<p>Auditorias periódicas e análises documentais fortalecem a confiabilidade da cadeia produtiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Cultura de integridade</h3>



<p>Promover a ética, a transparência e a conscientização dos colaboradores é essencial para reduzir riscos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel da Nutri Mi na prevenção do Food Fraud</h2>



<p>Na Nutri Mi, entendemos que qualidade não significa apenas atender requisitos legais, mas também garantir autenticidade, transparência e confiança em toda a cadeia produtiva.</p>



<p>Auxiliamos empresas na implementação de programas de qualidade, qualificação de fornecedores, rastreabilidade, avaliação de riscos e fortalecimento dos sistemas de gestão, contribuindo para a prevenção de fraudes e para a proteção da marca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>O Food Fraud é um desafio real para a indústria de alimentos e exige atenção cada vez maior das organizações.</p>



<p>Investir em prevenção não é apenas uma estratégia para evitar prejuízos, mas uma forma de proteger consumidores, fortalecer a reputação da empresa e garantir a confiança do mercado.</p>



<p>Afinal, qualidade não é apenas entregar um produto seguro. É entregar exatamente aquilo que foi prometido.</p>
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		<item>
		<title>SEGURANÇA DOS ALIMENTOS: Um compromisso que protege pessoas todos os dias!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 7 de junho, celebramos o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar sobre a importância de garantir alimentos seguros em toda a cadeia produtiva. Mas a verdade é que a segurança dos alimentos não deve ser&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-dark-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-373521b51abac5deb91d81d080f310e6"></p>



<p>No dia 7 de junho, celebramos o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar sobre a importância de garantir alimentos seguros em toda a cadeia produtiva.</p>



<p>Mas a verdade é que a segurança dos alimentos não deve ser lembrada apenas em uma data específica. Ela é um compromisso diário que impacta diretamente a saúde das pessoas, a reputação das empresas e a qualidade dos produtos oferecidos ao consumidor.</p>



<p><strong>O que é Segurança dos Alimentos?</strong></p>



<p>Segurança dos alimentos é o conjunto de práticas, procedimentos e controles adotados para garantir que um alimento seja produzido, armazenado, transportado e consumido sem oferecer riscos à saúde.</p>



<p>Isso significa prevenir contaminações físicas, químicas e biológicas que possam comprometer a qualidade do produto e causar doenças transmitidas por alimentos (DTAs).</p>



<p><strong>Por que a Segurança dos Alimentos é tão importante?</strong></p>



<p>Quando falamos em segurança dos alimentos, estamos falando de proteção à vida.</p>



<p>Uma única falha em processos de manipulação, armazenamento ou controle de temperatura pode resultar em sérios prejuízos para empresas e consumidores.</p>



<p>Entre os principais benefícios da aplicação das Boas Práticas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução dos riscos de contaminação;</li>



<li>Maior qualidade e padronização dos produtos;</li>



<li>Atendimento às exigências da legislação sanitária;</li>



<li>Aumento da confiança dos clientes;</li>



<li>Proteção da imagem e da credibilidade da empresa.</li>
</ul>



<p><strong>Segurança dos Alimentos vai além da legislação</strong></p>



<p>Cumprir a legislação é fundamental, mas segurança dos alimentos vai muito além de atender requisitos obrigatórios.</p>



<p>Ela envolve a construção de uma cultura organizacional baseada em responsabilidade, prevenção e melhoria contínua.</p>



<p>Treinamentos periódicos, procedimentos bem definidos, monitoramento constante e equipes capacitadas fazem parte desse processo.</p>



<p><strong>O papel da Nutri Mi</strong></p>



<p>Na Nutri Mi, acreditamos que alimentos seguros são resultado de processos bem estruturados e de pessoas comprometidas com a excelência.</p>



<p>Por isso, atuamos oferecendo consultorias, treinamentos e soluções personalizadas que auxiliam empresas a implementar e manter sistemas eficazes de controle de qualidade e segurança dos alimentos.</p>



<p>Nosso objetivo é transformar exigências técnicas em práticas simples, eficientes e aplicáveis à realidade de cada cliente.</p>



<p><strong>Um compromisso diário</strong></p>



<p>Neste mês em que celebramos o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, reforçamos uma mensagem importante: a segurança dos alimentos não é responsabilidade de uma única pessoa ou setor.</p>



<p>Ela depende do comprometimento de todos os envolvidos na cadeia produtiva.</p>



<p>Porque, no final das contas, alimento seguro é sinônimo de saúde, confiança e qualidade de vida.</p>



<p>E esse é um compromisso que deve ser renovado todos os dias.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER” COMO ADEQUAR SEU ESTABELECIMENTO?</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/violencia-contra-a-mulher-como-adequar-seu-estabelecimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 13:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA["Não é não"]]></category>
		<category><![CDATA["Não se cale"]]></category>
		<category><![CDATA[Adequação]]></category>
		<category><![CDATA[baladas]]></category>
		<category><![CDATA[bares]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Estabelecimento amigo da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo principal criar um ambiente seguro em Bares, Baladas, Restaurantes, Eventos e similares para mulheres que enfrentam violência, abuso ou discriminação, o governo do estado de São Paulo e o Governo Federal deram um passo em direção à justiça e à proteção dos direitos humanos com a introdução do Protocolo “Não se Cale”&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo principal criar um ambiente seguro em Bares, Baladas, Restaurantes, Eventos e similares para mulheres que enfrentam violência, abuso ou discriminação, o governo do estado de São Paulo e o Governo Federal deram um passo em direção à justiça e à proteção dos direitos humanos com a introdução do Protocolo “Não se Cale” regulamentado pela Lei nº 17.621, Lei nº 17.635 e Decreto nº 67.856/2023 do Estado de São Paulo e do Protocolo “Não é Não” regulamentado pela Lei nº 14.786/2023 do Governo Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos pilares fundamentais dessas legislações é a capacitação de estabelecimentos e profissionais para reconhecer, lidar e encaminhar casos de violência, abuso ou discriminação. Programas de treinamento detalhados devem ser implementados, visando não apenas fornecer conhecimento técnico, mas também promover uma cultura de empatia e apoio às vítimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-588 alignright" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Imagem1-e1715602186921-300x214.png" alt="Imagem1 e1715602186921 300x214 “VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER” COMO ADEQUAR SEU ESTABELECIMENTO?" width="355" height="254" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Imagem1-e1715602186921-300x214.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Imagem1-e1715602186921.png 487w" sizes="(max-width: 355px) 100vw, 355px" title="“VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER” COMO ADEQUAR SEU ESTABELECIMENTO?" /></p>
<p style="text-align: left;">Seja um “Estabelecimento Amigo da Mulher”, faça suas adequações baseadas nas legislações pertinentes ao seu Estado e Município. No caso do Estado de São Paulo com o Programa “Não se Cale” as regras para o enquadramento vão da capacitação anual de todos os funcionários até a fixação de cartazes nos sanitários femininos e em local de fácil visualização no estabelecimento.</p>
<p style="text-align: left;">Os cartazes devem disponibilizar QR Code que direciona para um site que contém todas as informações sobre como agir nas mais diversas situações e podem ser acrescidos outros mecanismos propostos pelo estabelecimento que viabilizem esta comunicação entre o estabelecimento e a mulher.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Estado de São Paulo possui um canal gratuito com todas as informações como cartilhas, perguntas e respostas, cartaz oficial do programa (<a href="https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/#:~:text=Lei%2017.635%2F2023,mulheres%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias">https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/#:~:text=Lei%2017.635%2F2023,mulheres%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias</a>) e o acesso as inscrições gratuitas no site para a capacitação obrigatória para o estabelecimento e profissionais (<a href="https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/#:~:text=Lei%2017.635%2F2023,mulheres%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias">https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/#:~:text=Lei%2017.635%2F2023,mulheres%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias</a>).</p>
<p>Fique atento para o cumprimento das regras a fim de garantir a conformidade e a eficácia das medidas implantadas no seu estabelecimento. A fiscalização será realizada pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), que poderá aplicar sanções administrativas em caso de descumprimento das Leis, incluindo: multa; suspensão do fornecimento do serviço; suspensão temporária da atividade; revogação de permissão de uso; cassação de licença e interdição.</p>
<p>Em suma, as Leis “Não se Cale” e “Não é Não” representam um marco importante na luta contra a violência e a discriminação contra as mulheres. Ambas com a intenção de promover a conscientização, capacitação e apoio às vítimas, estas iniciativas não apenas fortalecem os direitos humanos, mas também constroem uma comunidade mais segura, inclusiva e empática para todos.</p>
<p>Verifique a legislação do seu Estado e Município! Seja um<strong> “Estabelecimento Amigo da Mulher”</strong>, <strong>NÃO SE CALE</strong>!</p>
<p>Para mais informações, acesse: <a href="https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/">https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/rotulagem-nutricional-frontal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 22:41:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adequação de produto]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[rotulagem de alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir do dia 09/10/2022, quando a Resolução RDC n°. 429 e a Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarem em vigor, começaremos a ver a Rotulagem Nutricional Frontal nos rótulos dos alimentos comercializados no Brasil. A Rotulagem Nutricional Frontal é a declaração padronizada simplificada do alto conteúdo&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia <strong>09/10/2022</strong>, quando a Resolução RDC n°. 429 e a Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarem em vigor, começaremos a ver a Rotulagem Nutricional Frontal nos rótulos dos alimentos comercializados no Brasil.</p>
<p>A <strong>Rotulagem Nutricional Frontal</strong> é a declaração padronizada simplificada do alto conteúdo de <strong>Açúcares Adicionados</strong>, <strong>Gorduras Saturadas</strong> e <strong>Sódio</strong> no painel principal do rótulo.</p>
<p>A declaração da rotulagem nutricional frontal é obrigatória nos rótulos dos alimentos embalados na ausência do consumidor quando as quantidades desses nutrientes se enquadrarem nos seguintes limites:</p>
<p>A Rotulagem Nutricional Frontal é a declaração padronizada simplificada do alto conteúdo de <strong>Açúcares Adicionados</strong>, <strong>Gorduras Saturadas</strong> e <strong>Sódio</strong> no painel principal do rótulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="height: 336px;" width="705">
<tbody>
<tr>
<td width="192">
<p style="text-align: center;"><strong>Nutriente</strong></p>
</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;"><strong>Alimentos sólidos ou semissólidos</strong></p>
</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;"><strong>Alimentos líquidos</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Açúcares adicionados</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="192">Quantidade maior ou igual a 15 g de açúcares adicionados por 100 g do alimento</td>
<td style="text-align: center;" width="192">Quantidade maior ou igual a 7,5 g de açúcares adicionados por 100 ml do alimento</td>
</tr>
<tr>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Gorduras saturadas</p>
</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Quantidade maior ou igual a 6 g de gorduras saturadas por 100 g do alimento</p>
</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Quantidade maior ou igual a 3 g de gorduras saturadas por 100 ml do alimento</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="192">Sódio</td>
<td style="text-align: center;" width="192">Quantidade maior ou igual a 600 mg de sódio por 100 g do alimento</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Quantidade maior ou igual a 300 mg de sódio por 100 ml do alimento</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso o alimento se enquadre nos limites estabelecidos pelos 3 nutrientes, a rotulagem nutricional frontal será indicada por um dos modelos a seguir:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-572 size-large" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos-1024x621.png" alt="FOP 4 Blocos 1024x621 ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" width="1024" height="621" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos-1024x621.png 1024w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos-300x182.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos-768x465.png 768w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos.png 1340w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" title="ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso o alimento possua alto teor em apenas 2 dos nutrientes alvo, será utilizada um dos seguintes modelos (indicando os nutrientes que estão com alto teor no alimento):</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-573 " src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos-736x1024.png" alt="FOP 3 Blocos 736x1024 ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" width="563" height="784" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos-736x1024.png 736w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos-216x300.png 216w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos-768x1068.png 768w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos.png 880w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px" title="ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando o alimento possuir alto teor em apenas 1 dos nutrientes alvo, será utilizada a rotulagem nutricional frontal correspondente à:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-574 " src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-2-Blocos.png" alt="FOP 2 Blocos ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" width="542" height="468" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-2-Blocos.png 840w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-2-Blocos-300x259.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-2-Blocos-768x664.png 768w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" title="ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A rotulagem nutricional frontal tem padrões definidos pela ANVISA, com requisitos de formatação específica (cor, fonte e tamanho de fonte), localização no painel principal do rótulo e espaço determinado que deverá ocupar no rótulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fique atento aos prazos de adequação dos rótulos dos alimentos embalados e comece o seu planejamento para adequação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <em><strong>Nutri Mi Alimentos</strong></em> está preparada para te auxiliar nesse caminho e tirar todas as suas dúvidas.</p>
<p>Fale conosco: <strong>comercial@nutrimialimentos.com.br</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/a-nova-tabela-de-informacao-nutricional/</link>
					<comments>https://nutrimialimentos.com.br/a-nova-tabela-de-informacao-nutricional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 22:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nutrimialimentos.com.br/?p=557</guid>

					<description><![CDATA[<p>As tabelas de informação nutricional vão mudar a partir do dia 09/10/2022, quando a Resolução RDC n°. 429 e a Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarem em vigor. As principais mudanças que estão por vir são: Cores da tabela nutricional – será obrigatório o uso da cor&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As tabelas de informação nutricional vão mudar a partir do dia 09/10/2022, quando a Resolução RDC n°. 429 e a Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarem em vigor.</p>
<p>As principais mudanças que estão por vir são:</p>
<ul>
<li><em><strong>Cores da tabela nutricional</strong></em> – será obrigatório o uso da cor preta para os caracteres e linhas e um fundo na cor branca;</li>
<li><em><strong>Padronização da apresentação</strong></em> – as fontes utilizadas na informação serão obrigatoriamente a Arial ou Helvetica (ou suas formas condensadas Arial Narrow ou Helvetica Condensed na declaração simplificada), o tamanho das fontes e sua formatação (uso regular ou negrito e alinhamento) também estão padronizados pela legislação, bem como a forma de escrever cada informação;</li>
<li><em><strong>Inclusão da declaração de Porções por embalagem na tabela nutricional,</strong></em> que permite que o consumidor entenda qual o número de porções na embalagem que está adquirindo;</li>
<li><strong><em>Inclusão da declaração dos nutrientes Açúcares totais e Açúcares</em></strong> adicionados na tabela, permitindo uma avaliação mais precisa desses nutrientes e auxiliando o consumidor a fazer escolhas mais saudáveis na sua alimentação;</li>
<li><strong><em>Inclusão da declaração dos nutrientes para 100 g</em></strong> (além da declaração por porção), o que permite comparar diferentes tipos de alimentos, com diferentes porções indicadas para consumo, de forma mais rápida e direta;</li>
<li><em><strong>Atualização das Porções dos Alimentos para Fins de Declaração da Rotulagem Nutricional e dos Valores Diários Recomendados</strong></em> dos alimentos em geral.</li>
</ul>
<p>A nova tabela nutricional ficará com o seguinte formato:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-558" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-300x283.png" alt="Anexo IX Modelo Vertical 300x283 A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" width="300" height="283" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-300x283.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical.png 389w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" /></p>
<p>Outras apresentações possíveis são:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-559" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-300x165.png" alt="Anexo IX Modelo Horizontal 300x165 A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" width="300" height="165" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-300x165.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal.png 571w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-560" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-Quebrado-300x105.png" alt="Anexo IX Modelo Vertical Quebrado 300x105 A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" width="300" height="105" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-Quebrado-300x105.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-Quebrado.png 748w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-561" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-Quebrado-300x63.png" alt="Anexo IX Modelo Horizontal Quebrado 300x63 A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" width="300" height="63" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-Quebrado-300x63.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-Quebrado-768x160.png 768w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-Quebrado.png 948w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" /></p>
<p><em><strong>Fique atento aos prazos de adequação dos rótulos dos alimentos embalados e comece o seu planejamento para adequação.</strong></em></p>
<p>A Nutri Mi Alimentos está preparada para te auxiliar nesse caminho e tirar todas as suas dúvidas.</p>
<p>Fale conosco: <strong>comercial@nutrimialimentos.com.br</strong></p>
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		<title>PROTOCOLO SANITÁRIO PARA BARES, RESTAURANTES E SIMILARES DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 12:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MEDIDAS RECOMENDADAS 1) DISTANCIAMENTO SOCIAL Considerar um modelo de negócio baseado em reservas de assentos para evitar aglomerações no local; Estabelecimentos que trabalhem com sistema de autosserviço (self service) devem estabelecer funcionários específicos para servir os clientes, mantendo o máximo de distanciamento possível. 2) HIGIENE PESSOAL Higienizar utensílios com frequência e utilizar embalagens apropriadas; Disponibilizar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MEDIDAS RECOMENDADAS</strong></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><strong><span class="JsGRdQ">1) DISTANCIAMENTO SOCIAL</span></strong></p>
<ul>
<li><span class="JsGRdQ">Considerar um modelo de negócio baseado em reservas de assentos para evitar aglomerações no local;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Estabelecimentos que trabalhem com sistema de autosserviço (self service) devem estabelecer funcionários específicos para servir os clientes, mantendo o máximo de distanciamento possível.</span></li>
</ul>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><strong><span class="JsGRdQ">2) HIGIENE PESSOAL</span></strong></p>
<ul>
<li><span class="JsGRdQ">Higienizar utensílios com frequência e utilizar embalagens apropriadas;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Disponibilizar temperos e condimentos em sachês ou em porções individualizadas direto da cozinha a cada cliente;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Lavar e trocar os uniformes diariamente e levá-los ao local de trabalho protegidos em saco plástico ou outra proteção adequada. Usá-los somente nas dependências da empresa;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">No caso de entregadores pertencentes ao quadro do estabelecimento, o estabelecimento é responsável pelo fornecimento das máscaras e demais produtos de higienização, como álcool em gel 70%, para que os funcionários possam higienizar as mãos, as máquinas de cartões e bags de transporte;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Em caso de troco em dinheiro, recomendamos que a devolução seja feita em saco plástico para não haver contato do dinheiro com as mãos;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">As bolsas de transporte nunca devem ser colocadas diretamente no chão, devido aos riscos de contaminação;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Disponibilizar talheres descartáveis ou devidamente embrulhados aos clientes, como alternativa aos talheres convencionais, que não precisam parar de serem oferecidos.</span></li>
</ul>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><strong><span class="JsGRdQ">3) LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DE AMBIENTES</span></strong></p>
<ul>
<li><span class="JsGRdQ">Adequação para uso de cardápios que não necessitem de manuseio ou cardápios que possam ser higienizados (exemplos: menu board, cardápio digital com QR Code, cardápio plástico de reutilização ou de papel descartável);</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Cumprir o Programa de Limpeza implementado no estabelecimento, de forma que todos os equipamentos, utensílios, superfícies e instalações sejam higienizados na frequência adequada;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Contratar profissional capacitado para avaliar a necessidade de limpeza do sistema de exaustão, chopeira, máquinas de café e máquinas de gelo;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Funcionários devem higienizar as mesas e cadeiras após cada uso e troca de cliente.</span></li>
</ul>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><strong><span class="JsGRdQ">4) COMUNICAÇÃO</span></strong></p>
<ul>
<li><span class="JsGRdQ">Reunir a equipe para alinhar as medidas de segurança que foram adotadas e, conforme necessidade, realizar reuniões de alinhamento e correções;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Orientar os clientes quanto à lavagem das mãos e utilização de álcool em gel 70% antes de consumirem a refeição, seja de forma escrita ou oral;</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Incluir entregadores próprios nos programas de capacitação de funcionários.</span></li>
</ul>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">Fonte: Plano São Paulo &#8211; Governo do Estado de São Paulo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-center para-style-title"><strong><span class="JsGRdQ">OBRIGATÓRIO O USO DE MASCARAS POR TODAS AS PESSOAS NO ESTABELECIMENTO (CLIENTES E COLABORADORES)</span></strong></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-center para-style-title"><span class="JsGRdQ">Decreto Estadual n°. 64.959/2020.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MEDIDAS RECOMENDADAS</strong></p>
<ul>
<li><span class="JsGRdQ">Manter o distanciamento seguro mínimo de 1 metro entre as pessoas (Nota Técnica n°. 49/2020);</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">Realizar a triagem dos colaboradores através de Questionário de Saúde e aferição de temperatura, encaminhar casos suspeitos para uma Unidade de Saúde e afastar o colaborador com Covid-19 pelo tempo recomendado pelo médico (Protocolo de Acompanhamento das Condições de</span> <span class="JsGRdQ">Saúde para Organizações Privadas &#8211; Governo do Estado de São Paulo).</span></li>
</ul>
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