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	<title>Nutri Mi</title>
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	<description>A qualidade do seu produto em primeiro lugar</description>
	<lastBuildDate>Fri, 16 Oct 2026 12:26:25 +0000</lastBuildDate>
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		<title>CVS-3/2026 foi adiada para 2027: o que sua empresa precisa saber agora?</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/cvs-3-2026-foi-adiada-para-2027-o-que-sua-empresa-precisa-saber-agora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 12:26:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova regulamentação entraria em vigor em outubro. Sua empresa se preparou. E agora o prazo mudou.Se você acompanhou as últimas atualizações da legislação sanitária em São Paulo, provavelmente já estava se preparando para a entrada em vigor da Portaria CVS nº 3/2026, que substituirá a CVS-5/2013. Mas houve uma mudança importante.Em 5 de outubro&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A nova regulamentação entraria em vigor em outubro. Sua empresa se preparou. E agora o prazo mudou.<br>Se você acompanhou as últimas atualizações da legislação sanitária em São Paulo, provavelmente já estava se preparando para a entrada em vigor da Portaria CVS nº 3/2026, que substituirá a CVS-5/2013.</p>



<p>Mas houve uma mudança importante.<br>Em 5 de outubro de 2026, o Centro de Vigilância Sanitária publicou a Portaria CVS nº 9/2026, alterando a data de entrada em vigor da nova regulamentação.</p>



<p>A CVS-3/2026, que inicialmente entraria em vigor em 4 de outubro de 2026, passará a valer em 1º de fevereiro de 2027. Na mesma data, a CVS-5/2013 será revogada.</p>



<p><em>E o que isso significa para a sua empresa?</em><br>Significa que existe mais tempo para se adequar — mas não que a adequação deixou de ser necessária.<br>Até 31 de janeiro de 2027, a CVS-5/2013 continua vigente. Porém, o período adicional deve ser encarado como uma oportunidade para revisar processos, documentos, treinamentos e estruturas com planejamento, evitando correrias e adequações de última hora.<br>Afinal, quando uma nova legislação entra em vigor, não é apenas o papel que precisa mudar. A rotina da empresa também precisa acompanhar.<br>Neste artigo, vamos explicar o que mudou, qual legislação está valendo agora, os principais pontos de atenção e como sua empresa pode aproveitar esse período para se preparar para a CVS-3/2026.</p>



<p><em>O que aconteceu com a CVS-3/2026?</em><br>A Portaria CVS nº 3, de 3 de julho de 2026, estabelece um novo Regulamento Técnico de Boas Práticas para estabelecimentos comerciais de alimentos e serviços de alimentação no Estado de São Paulo.<br>A norma foi publicada originalmente em julho e posteriormente republicada em 28 de setembro de 2026, com alterações em seu texto.<br>A previsão inicial era que a nova regulamentação entrasse em vigor em 4 de outubro de 2026, substituindo a CVS-5/2013.<br>Entretanto, em 5 de outubro de 2026, foi publicada a Portaria CVS nº 9/2026, que alterou esse cronograma.</p>



<p><em>Com a mudança, a CVS-3/2026 passará a vigorar somente em:</em><br>01 DE FEVEREIRO DE 2027<br>Até 31 de janeiro de 2027, permanece vigente a CVS-5/2013.<br>A partir de fevereiro, a CVS-3/2026 passa a ser a nova referência estadual para as Boas Práticas nos estabelecimentos abrangidos pela regulamentação.</p>



<p><em>Afinal, qual legislação está valendo agora?</em><br>Essa é uma das principais dúvidas que surgiram após o adiamento.<br><em>A resposta é objetiva:</em><br>Até 31/01/2027, a CVS-5/2013 continua vigente.<br>A CVS-3/2026 já foi publicada e deve ser considerada no planejamento da transição, mas a sua entrada em vigor foi postergada para 01/02/2027.<br>Isso significa que a empresa não deve tratar a CVS-3 como se todas as suas exigências já fossem obrigatórias hoje.<br>Por outro lado, também não é recomendável simplesmente deixar o assunto de lado até janeiro.<br>A nova regulamentação envolve diversos aspectos da operação e sua implementação pode exigir tempo.</p>



<p><em>Dependendo das características do estabelecimento, a adequação pode envolver:</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>revisão do Manual de Boas Práticas;</li>



<li>atualização de POPs e procedimentos;</li>



<li>revisão de registros e controles;</li>



<li>treinamento dos manipuladores;</li>



<li>avaliação dos exames ocupacionais e laboratoriais aplicáveis;</li>



<li>adequações estruturais;</li>



<li>revisão de equipamentos e utensílios;</li>



<li>controle de tempo e temperatura;</li>



<li>atualização de fichas técnicas;</li>



<li>revisão de processos de produção;</li>



<li>adequações de rotulagem;</li>



<li>rastreabilidade;</li>



<li>informações ao consumidor;</li>



<li>mudanças específicas para determinadas atividades, como produção de sushi.<br><em>Ou seja:</em><br>O prazo aumentou. As mudanças continuam.<br>É importante entender o adiamento corretamente.<br>A Portaria CVS nº 9/2026 não cancelou a CVS-3/2026.<br>Ela alterou a data em que a nova regulamentação passará a produzir seus efeitos.<br>Além disso, a CVS-3/2026 foi republicada em 28 de setembro de 2026, o que reforça a necessidade de utilizar a versão mais atualizada da norma durante o planejamento da adequação.<br>Por isso, empresas que começaram a preparar seus documentos com base apenas na primeira publicação da CVS-3 precisam revisar o material utilizado.<br>Não basta ter uma cópia da legislação. É preciso trabalhar com a versão correta e atualizada.</li>
</ul>



<p><em>O que sua empresa deve começar a revisar?</em><br>O período de transição pode ser utilizado para realizar um verdadeiro diagnóstico da operação.</p>



<p><em>A primeira pergunta não deveria ser:</em><br>“O que preciso mudar para atender à CVS-3?”<br><em>Antes disso, é importante perguntar:</em><br>“Como minha empresa funciona hoje?”<br>Somente depois de entender a realidade da operação é possível identificar quais requisitos precisam ser ajustados.<br>Alguns pontos merecem atenção especial.</p>



<p><em>1. Manual de Boas Práticas e POPs</em><br>A entrada de uma nova regulamentação é uma oportunidade para verificar se os documentos da empresa realmente representam aquilo que acontece no estabelecimento.<br>É comum encontrar situações em que o Manual de Boas Práticas descreve um processo, enquanto a operação funciona de outra maneira.<br>Também podem existir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>POPs desatualizados;</li>



<li>procedimentos que não são executados;</li>



<li>formulários que não são utilizados;</li>



<li>controles sem registros;</li>



<li>registros preenchidos apenas para cumprir uma exigência;</li>



<li>responsabilidades que não estão claramente definidas.<br>A adequação documental precisa acompanhar a realidade.<br>Um documento tecnicamente perfeito, mas que não corresponde à rotina, não cria controle sanitário.<br>Por isso, o período até fevereiro pode ser utilizado para revisar documentos e, principalmente, verificar sua aplicação na prática.</li>
</ul>



<p><em>2. Treinamento dos manipuladores</em><br>A mudança da legislação também exige atenção à capacitação da equipe.<br>A CVS-3/2026 estabelece requisitos relacionados à capacitação dos manipuladores e prevê curso de Boas Práticas com carga horária mínima de 8 horas, além da continuidade das ações de educação e capacitação.<br>Mas treinamento não deve ser tratado apenas como uma obrigação documental.<br>A equipe precisa entender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o que mudou;</li>



<li>por que determinado procedimento existe;</li>



<li>quais riscos estão envolvidos;</li>



<li>como executar corretamente cada atividade;</li>



<li>o que fazer quando um controle estiver fora do padrão.<br>Afinal, a legislação pode mudar em um documento, mas quem coloca as exigências em prática são as pessoas.</li>
</ul>



<p><em>3. Saúde dos manipuladores</em><br>Outro ponto que merece planejamento é a documentação relacionada à saúde dos manipuladores.<br>A nova regulamentação estabelece critérios específicos para acompanhamento dos profissionais envolvidos na manipulação e nas atividades relacionadas aos alimentos.<br>Entre os pontos previstos na versão republicada estão requisitos relacionados à realização de coprocultura e exame parasitológico, incluindo periodicidade definida pela regulamentação.<br>Esse processo deve ser avaliado em conjunto com os profissionais responsáveis pela saúde ocupacional da empresa, considerando os procedimentos adotados e o enquadramento aplicável.<br>O importante é não deixar essa avaliação para os últimos dias antes da entrada em vigor.</p>



<p><em>4. Controle de tempo e temperatura</em><br>Controle de temperatura é um dos pontos fundamentais da segurança dos alimentos.<br>A CVS-3/2026 apresenta critérios relacionados às temperaturas de diferentes etapas, incluindo cocção, conservação e armazenamento.<br>Mas será que a sua empresa está preparada para atender aos requisitos na prática?<br>É importante avaliar:<br>Os termômetros utilizados são adequados?<br>A equipe sabe realizar a medição corretamente?<br>Os equipamentos conseguem manter as temperaturas necessárias?<br>Existe registro dos controles?<br>Os registros são realmente analisados?<br>Existe uma ação corretiva quando o resultado está fora do padrão?<br>Um dos maiores erros é transformar o controle de temperatura em uma simples planilha.<br>O preenchimento do formulário, sozinho, não garante segurança.<br>O controle precisa gerar informação, permitir avaliação e desencadear ações quando houver desvios.</p>



<p><em>5. Sushi e preparações com alimentos crus</em><br>Para estabelecimentos que trabalham com sushi e outras preparações envolvendo alimentos crus, a atenção deve ser ainda maior.<br>A CVS-3/2026 estabelece requisitos específicos para a área de produção de sushi e para o controle do arroz utilizado nessas preparações.<br>Entre os requisitos previstos está a acidificação do arroz para atingir pH igual ou inferior a 4,5, além de critérios relacionados à padronização e documentação da receita.<br>A norma também prevê a realização de análise laboratorial da receita, inclusive com necessidade de nova avaliação quando houver alteração da formulação.<br>Para um estabelecimento que trabalha com sushi, isso significa que a adequação pode envolver várias etapas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>revisão da receita;</li>



<li>padronização do processo;</li>



<li>definição de critérios de controle;</li>



<li>análise laboratorial;</li>



<li>registro dos resultados;</li>



<li>treinamento da equipe;</li>



<li>atualização dos procedimentos.<br>Por isso, esperar até janeiro para começar pode significar trabalhar sob pressão.</li>
</ul>



<p><em>6. Condimentos e as famosas bisnagas</em><br>Outro assunto que chamou bastante atenção desde a publicação da CVS-3/2026 foi a disponibilização de condimentos, molhos e temperos.<br>A nova regulamentação estabelece critérios para a oferta desses produtos aos consumidores, incluindo a previsão de utilização de porções individuais em determinadas situações, como acompanhamento de sanduíches, salgados, pastéis e produtos semelhantes.<br>A medida busca reduzir riscos relacionados ao compartilhamento de recipientes entre consumidores.<br>E aqui está um ponto importante:<br>essa exigência também acompanha a nova data de vigência da CVS-3/2026.<br>Ou seja, o estabelecimento ganhou tempo para se organizar, avaliar alternativas e implementar a mudança antes de fevereiro de 2027.</p>



<p><em>7. Rotulagem e alimentos preparados</em><br>Empresas que preparam, fracionam, embalam ou comercializam alimentos também precisam avaliar os impactos da nova regulamentação sobre a identificação dos produtos.<br>A CVS-3/2026 estabelece requisitos relacionados às informações que devem acompanhar determinados alimentos preparados e embalados sem a presença do consumidor.<br>Dependendo do produto e da operação, podem estar envolvidas informações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>denominação do produto;</li>



<li>lista de ingredientes;</li>



<li>informações sobre aditivos;</li>



<li>conteúdo líquido;</li>



<li>origem;</li>



<li>lote;</li>



<li>data de fabricação;</li>



<li>prazo de validade;</li>



<li>condições de conservação;</li>



<li>instruções de uso, quando aplicáveis;</li>



<li>informações relacionadas a alergênicos, glúten e lactose, conforme o caso.<br>Para empresas que trabalham com alimentos fracionados ou preparados para venda, isso reforça a importância da padronização e rastreabilidade.<br>Não basta identificar o produto.<br>É necessário conseguir saber o que foi produzido, com quais ingredientes, quando foi produzido e até quando poderá ser utilizado ou comercializado.</li>
</ul>



<p><em>8. Informações ao consumidor</em><br>A versão republicada da CVS-3/2026 também traz um capítulo específico relacionado às informações que devem ser disponibilizadas aos consumidores.<br>Entre os assuntos contemplados estão informações relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>alergênicos;</li>



<li>glúten;</li>



<li>lactose;</li>



<li>álcool.<br>Esse ponto merece atenção especial de restaurantes, bares, lanchonetes, padarias e outros serviços de alimentação.<br>Isso porque informar corretamente o consumidor depende de uma etapa anterior:<br>conhecer corretamente o próprio produto.<br>Se a empresa não possui fichas técnicas atualizadas, receitas padronizadas e controle dos ingredientes utilizados, será muito mais difícil fornecer informações confiáveis ao consumidor.<br>Por isso, a adequação à CVS-3 não deve ser analisada de maneira isolada.<br>Fichas técnicas, compras, estoque, produção, rotulagem e comunicação com o consumidor estão diretamente conectados.<br>Então, posso esperar até fevereiro?<br>Essa talvez seja a principal pergunta neste momento.<br>A CVS-3 só entra em vigor em 01/02/2027.<br>Portanto, existe um período adicional para adequação.<br>Mas existe uma grande diferença entre ter prazo e deixar para a última hora.<br>Imagine descobrir em janeiro que:</li>



<li>seu Manual de Boas Práticas precisa ser atualizado;</li>



<li>vários POPs não refletem mais a operação;</li>



<li>sua equipe precisa ser treinada;</li>



<li>existem documentos pendentes;</li>



<li>suas fichas técnicas estão desatualizadas;</li>



<li>determinados processos precisam de alteração;</li>



<li>seu sistema de rotulagem precisa ser revisado;</li>



<li>seu estabelecimento precisa de alguma adequação estrutural;</li>



<li>sua operação de sushi precisa passar por análise;</li>



<li>seus controles de temperatura não estão funcionando adequadamente.<br>Resolver tudo isso em poucas semanas pode significar:<br>mais custo, mais pressão e maior possibilidade de erros.<br>A adequação sanitária deve ser planejada.<br>Como aproveitar esse período de transição?<br>Em vez de simplesmente esperar fevereiro chegar, sua empresa pode utilizar os próximos meses para construir um plano de adequação à CVS-3/2026.</li>
</ul>



<p><em>Uma estratégia prática pode seguir cinco etapas:</em><br><em>1. DIAGNOSTICAR</em><br>Avaliar como a empresa funciona atualmente.<br>Identificar pontos fortes, falhas e não conformidades.<br><em>2. COMPARAR</em><br>Analisar a operação atual em relação aos requisitos da nova regulamentação.<br><em>3. PRIORIZAR</em><br>Separar as adequações por categoria:<br>estrutura | processos | documentos | treinamento | equipamentos | análises | rotulagem.<br><em>4. IMPLEMENTAR</em><br>Executar as mudanças gradualmente, definindo responsáveis e prazos.<br><em>5. VERIFICAR</em><br>Antes da entrada em vigor, realizar uma nova avaliação para verificar se as mudanças foram realmente incorporadas à rotina.<br>Esse último passo é fundamental.<br>Porque adequação não é apenas corrigir o que está errado. É garantir que o correto continue sendo feito.<br>O adiamento pode ser uma vantagem para sua empresa</p>



<p>A decisão de adiar a entrada em vigor da CVS-3/2026 levou em consideração a amplitude e a complexidade das mudanças, a diversidade dos estabelecimentos envolvidos e a necessidade de ampliar o tempo para adaptações estruturais, operacionais e documentais.<br>Para as empresas, isso representa uma oportunidade.<br>Não para esquecer a CVS-3.<br>Mas para se preparar melhor.</p>



<p>Uma adequação planejada permite:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>distribuir os investimentos;</li>



<li>organizar treinamentos;</li>



<li>revisar documentos;</li>



<li>corrigir processos;</li>



<li>avaliar equipamentos;</li>



<li>realizar análises necessárias;</li>



<li>envolver a equipe;</li>



<li>testar novas rotinas;</li>



<li>identificar problemas antes da fiscalização.</li>
</ul>



<p>E a sua empresa, está preparada para fevereiro?<br>O calendário mudou.<br>A necessidade de adequação, não.<br>A partir de 01 de fevereiro de 2027, a CVS-3/2026 passará a vigorar e a CVS-5/2013 será revogada.<br>Até lá, sua empresa tem uma oportunidade importante:<br>identificar o que precisa mudar antes que a nova regulamentação passe a valer.<br>Não espere fevereiro para descobrir que sua operação precisa de ajustes.<br>Use esse período para avaliar, planejar e implementar as mudanças com segurança.<br>Porque adequação sanitária feita às pressas custa mais — e pode não resolver o problema.</p>



<p><em>Na Nutri Mi Alimentos, sua empresa pode contar com suporte técnico para avaliar os impactos da nova regulamentação e estruturar um plano de adequação de acordo com a realidade da operação.</em></p>



<p>Fonte normativa<br>Portaria CVS nº 3, de 3 de julho de 2026, republicada em 28 de setembro de 2026.<br>Portaria CVS nº 9, de 5 de outubro de 2026, que alterou a data de entrada em vigor da CVS-3/2026 para 01 de fevereiro de 2027, mantendo a CVS-5/2013 vigente até 31 de janeiro de 2027.<br><em>Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui a análise da legislação aplicável a cada estabelecimento, considerando sua atividade, processos, estrutura e enquadramento sanitário.</em></p>
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			</item>
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		<title>Portaria CVS-3/2026 na prática: 10 mudanças que vão impactar os serviços de alimentação</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/portaria-cvs-3-2026-na-pratica-10-mudancas-que-vao-impactar-os-servicos-de-alimentacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sua empresa já começou a se adequar à nova legislação? Depois de mais de uma década como uma das principais referências para as Boas Práticas no Estado de São Paulo, a Portaria CVS nº 5/2013 está sendo substituída. Em 3 de julho de 2026, foi publicada a Portaria CVS nº 3/2026, que aprova o novo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Sua empresa já começou a se adequar à nova legislação?</h1>



<p>Depois de mais de uma década como uma das principais referências para as Boas Práticas no Estado de São Paulo, a Portaria CVS nº 5/2013 está sendo substituída.</p>



<p>Em 3 de julho de 2026, foi publicada a <strong>Portaria CVS nº 3/2026</strong>, que aprova o novo Regulamento Técnico de Boas Práticas para Estabelecimentos Comerciais de Alimentos e para Serviços de Alimentação.</p>



<p>A nova norma entra em vigor <strong>90 dias após sua publicação, em 4 de outubro de 2026</strong>, e, a partir dessa data, a Portaria CVS nº 5/2013 será revogada. O período entre a publicação e a entrada em vigor deve ser encarado como uma oportunidade para que as empresas revisem seus processos, documentos e práticas antes que as novas exigências passem a valer.</p>



<p>Mas o que realmente muda na rotina dos estabelecimentos?</p>



<p>Mais do que substituir uma legislação por outra, a CVS-3/2026 traz novos requisitos e detalha situações que exigem atenção das equipes de Qualidade, responsáveis técnicos, gestores e manipuladores.</p>



<p>Neste artigo, a Nutri Mi destaca <strong>10 mudanças que merecem atenção durante o processo de adequação.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">1. Capacitação dos manipuladores passa a ter carga horária mínima de 8 horas</h1>



<p>Uma das mudanças importantes está relacionada à capacitação dos manipuladores.</p>



<p>A nova Portaria estabelece que <strong>todos os manipuladores devem realizar curso de capacitação em Boas Práticas com carga horária mínima de 8 horas</strong>.</p>



<p>A norma também estabelece conteúdos que devem fazer parte dessa capacitação, relacionados à segurança dos alimentos, higiene e saúde dos manipuladores, qualidade da água, controle de pragas, boas práticas de manipulação e procedimentos de higienização, entre outros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na prática, o que a empresa precisa revisar?</h3>



<p>Não basta apenas possuir um certificado de treinamento.</p>



<p>É necessário avaliar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quem são os manipuladores da empresa;</li>



<li>Quais treinamentos já foram realizados;</li>



<li>Qual a carga horária;</li>



<li>Quais conteúdos foram abordados;</li>



<li>Como a capacitação está sendo comprovada;</li>



<li>Se os procedimentos internos estão alinhados ao treinamento.</li>
</ul>



<p><strong>A capacitação precisa estar conectada à realidade da operação.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">2. Exames dos manipuladores ganham novos requisitos</h1>



<p>A CVS-3/2026 estabelece novos critérios relacionados ao acompanhamento da saúde dos manipuladores.</p>



<p>Entre as mudanças destacadas na nova norma estão a obrigatoriedade anual de <strong>coprocultura e exame parasitológico</strong>, além das exigências relacionadas ao PCMSO.</p>



<p>Esse ponto exige atenção principalmente das empresas que possuem grande número de colaboradores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que revisar?</h3>



<p>É importante verificar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Procedimentos admissionais e periódicos;</li>



<li>Controle dos exames;</li>



<li>Documentação dos colaboradores;</li>



<li>Integração entre RH, Saúde Ocupacional e Qualidade;</li>



<li>Procedimentos adotados quando um colaborador apresenta sintomas ou condições que possam representar risco à segurança dos alimentos.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">3. O monitoramento de temperatura passa a ter periodicidade mínima definida</h1>



<p>O controle de temperatura continua sendo um dos principais pilares da segurança dos alimentos, mas a nova legislação traz maior detalhamento sobre seu monitoramento.</p>



<p>A CVS-3/2026 estabelece que os equipamentos de conservação devem ter <strong>monitoramento e registro de temperatura, no mínimo, duas vezes ao dia</strong>.</p>



<p>Para alimentos em exposição, o monitoramento deve ocorrer <strong>a cada duas horas</strong>.</p>



<p>Isso significa que empresas precisam olhar não apenas para o termômetro, mas também para o seu sistema de registros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vale revisar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quantas vezes a temperatura é medida atualmente;</li>



<li>Quem realiza o controle;</li>



<li>Onde os dados são registrados;</li>



<li>O que acontece quando uma temperatura está fora do padrão;</li>



<li>Se os equipamentos possuem condições adequadas de monitoramento;</li>



<li>Se os registros são realmente analisados.</li>
</ul>



<p><strong>Medir sem agir diante de um desvio não é controle.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">4. Preparações com pescado cru e carnes cruas passam a ter faixa específica de temperatura</h1>



<p>A nova Portaria traz requisitos específicos para preparações que contenham <strong>pescado cru ou carnes cruas</strong>, estabelecendo faixa de conservação de <strong>0 °C a 5 °C</strong>.</p>



<p>Esse ponto merece atenção especial de restaurantes, bares, hotéis, serviços de alimentação e estabelecimentos que trabalham com culinária japonesa ou preparações como carpaccio e steak tartare.</p>



<p>A empresa deve verificar se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os equipamentos conseguem manter a temperatura exigida;</li>



<li>Existe monitoramento adequado;</li>



<li>O procedimento está descrito no POP;</li>



<li>A equipe conhece o requisito;</li>



<li>O tempo de exposição está controlado.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">5. A preparação de sushi ganha requisitos específicos</h1>



<p>Para estabelecimentos que trabalham com culinária japonesa, a mudança é ainda mais relevante.</p>



<p>A CVS-3/2026 estabelece requisitos específicos para o <strong>arroz utilizado na preparação de sushi</strong>, incluindo controle de pH, receita padronizada com laudo laboratorial e critérios relacionados ao tempo de utilização em temperatura ambiente.</p>



<p>O arroz temperado deve atingir <strong>pH ≤ 4,5</strong>, conforme os critérios estabelecidos pela norma.</p>



<p>Além disso, a empresa precisa estruturar seu processo de forma que o controle seja efetivamente demonstrado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Para esses estabelecimentos, é fundamental revisar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Formulação e receita do arroz;</li>



<li>Padronização do processo;</li>



<li>Controle de pH;</li>



<li>Validação laboratorial;</li>



<li>Tempo de utilização;</li>



<li>Registros;</li>



<li>Procedimentos da equipe.</li>
</ul>



<p>Aqui, a adequação não deve ficar apenas no papel.</p>



<p><strong>O processo precisa ser tecnicamente controlado e comprovado.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">6. Alimentos crus ou mal cozidos passam a exigir aviso no cardápio</h1>



<p>Outra mudança importante envolve os alimentos crus ou mal cozidos.</p>



<p>A nova Portaria determina que preparações que contenham ingredientes crus ou mal cozidos sejam identificadas no cardápio com <strong>asterisco (*)</strong>, acompanhadas do aviso estabelecido pela regulamentação sobre o risco de DTHA — Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar.</p>



<p>Isso significa que a adequação não está restrita à cozinha.</p>



<p>O <strong>cardápio também passa a fazer parte do processo de adequação sanitária.</strong></p>



<p>Empresas que trabalham com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>sushi;</li>



<li>sashimi;</li>



<li>carpaccio;</li>



<li>steak tartare;</li>



<li>ovos ou outras preparações com ingredientes crus ou mal cozidos;</li>
</ul>



<p>devem revisar seus cardápios e materiais de comunicação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">7. A guarda de amostras muda: atenção ao prazo e ao momento da coleta</h1>



<p>A guarda de amostras também sofreu alterações importantes.</p>



<p>Na CVS-5/2013, a coleta era realizada na segunda hora da distribuição e o período de guarda era de 72 horas.</p>



<p>Na CVS-3/2026, a coleta passa a ser realizada no <strong>último terço do tempo de distribuição</strong>, e o prazo de guarda passa para <strong>96 horas</strong>. A norma também estabelece requisitos específicos para acondicionamento e temperatura das amostras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que a empresa precisa fazer?</h3>



<p>Revisar imediatamente o POP relacionado à coleta e guarda de amostras.</p>



<p>Não basta alterar a planilha.</p>



<p>É necessário verificar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Horário da coleta;</li>



<li>Quantidade coletada;</li>



<li>Identificação;</li>



<li>Tipo de embalagem;</li>



<li>Condições de armazenamento;</li>



<li>Temperatura;</li>



<li>Tempo de guarda;</li>



<li>Responsáveis pelo procedimento.</li>
</ul>



<p><strong>Um procedimento desatualizado pode fazer com que a equipe continue executando uma prática que já não corresponde à nova legislação.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">8. Delivery passa a ter requisitos específicos</h1>



<p>O crescimento dos serviços de entrega também aparece na nova regulamentação.</p>



<p>A CVS-3/2026 estabelece regras específicas para a entrega de alimentos preparados, incluindo a utilização de <strong>selo de garantia ou lacre inviolável</strong> e a identificação <strong>&#8220;Produto para consumo imediato&#8221;</strong>, conforme os critérios previstos na norma.</p>



<p>Isso significa que empresas que trabalham com delivery precisam olhar para além da cozinha.</p>



<p>É necessário avaliar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Embalagens;</li>



<li>Lacres;</li>



<li>Identificação;</li>



<li>Fluxo de entrega;</li>



<li>Transporte;</li>



<li>Proteção do alimento;</li>



<li>Procedimentos de expedição.</li>
</ul>



<p>A segurança do alimento precisa ser mantida <strong>até o momento da entrega ao consumidor.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">9. Cílios e unhas postiças passam a ser expressamente proibidos</h1>



<p>As regras relacionadas à apresentação e higiene dos manipuladores também foram reforçadas.</p>



<p>A nova Portaria mantém a proibição dos adornos já previstos anteriormente e acrescenta expressamente a proibição de <strong>cílios postiços e unhas postiças</strong>.</p>



<p>Além disso, a exigência relacionada à barba e ao bigode passa a ser mais rígida, com a determinação de que estejam <strong>totalmente raspados</strong>.</p>



<p>Esse é um exemplo de mudança que pode parecer simples, mas exige atualização de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Treinamentos;</li>



<li>Integração de novos colaboradores;</li>



<li>POPs;</li>



<li>Cartazes e orientações internas;</li>



<li>Checklists de auditoria;</li>



<li>Comunicação com a equipe.</li>
</ul>



<p>A legislação só produz resultado quando chega à rotina.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">10. O Manual de Boas Práticas e os POPs precisam acompanhar a nova realidade</h1>



<p>Talvez essa seja uma das adequações mais importantes.</p>



<p>A nova Portaria exige que os estabelecimentos mantenham seus procedimentos e documentação compatíveis com os requisitos aplicáveis.</p>



<p>Isso significa que não adianta apenas possuir um Manual de Boas Práticas ou POPs arquivados.</p>



<p><strong>Eles precisam representar a operação real e estar atualizados de acordo com a legislação vigente.</strong></p>



<p>A CVS-3/2026 também estabelece requisitos relacionados à manutenção e guarda de documentos e registros, incluindo prazo mínimo de <strong>180 dias</strong> para determinados documentos e registros previstos na norma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A revisão deve considerar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manual de Boas Práticas;</li>



<li>POPs;</li>



<li>Registros;</li>



<li>Treinamentos;</li>



<li>Controles de temperatura;</li>



<li>Procedimentos de coleta de amostras;</li>



<li>Recebimento de mercadorias;</li>



<li>Controle de fornecedores;</li>



<li>Delivery;</li>



<li>Cardápios;</li>



<li>Processos específicos da operação.</li>
</ul>



<p><strong>Atualizar um documento não significa apenas trocar o número da legislação na capa.</strong></p>



<p>É preciso verificar se cada procedimento continua adequado à realidade da empresa e aos novos requisitos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">E essas são apenas algumas das mudanças</h1>



<p>A CVS-3/2026 é extensa e traz outras alterações que também precisam ser avaliadas.</p>



<p>Entre elas estão requisitos relacionados à seleção e avaliação de fornecedores, armazenamento, utilização de ovos, produtos de confeitaria e preparações com laticínios, comércio a granel, condimentos e molhos, descarte de óleo de fritura, registros eletrônicos, estruturas físicas e outros aspectos da operação.</p>



<p>Por isso, a adequação não deve ser feita de forma pontual.</p>



<p>É necessário realizar uma <strong>análise completa da operação</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">CVS-3/2026: adequar não é apenas atualizar documentos</h1>



<p>Uma das maiores armadilhas durante uma mudança de legislação é concentrar todo o esforço na documentação.</p>



<p>Atualizar o Manual de Boas Práticas é importante.</p>



<p>Revisar os POPs é necessário.</p>



<p>Mas isso não é suficiente.</p>



<p>Se a rotina da empresa continuar igual, a adequação estará apenas no papel.</p>



<p>A nova legislação precisa ser traduzida em:</p>



<p><strong>Processos → Procedimentos → Treinamentos → Registros → Monitoramento → Melhoria contínua.</strong></p>



<p>É assim que a legislação se transforma em prática.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Sua empresa ainda não começou a adequação?</h1>



<p>O prazo pode parecer longo, mas a quantidade de pontos que precisam ser avaliados é significativa.</p>



<p>A recomendação é começar pelo diagnóstico:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Avalie a situação atual</h3>



<p>Identifique quais requisitos já são atendidos e quais apresentam desvios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Compare com a nova legislação</h3>



<p>Faça uma análise detalhada entre a operação atual e os requisitos da CVS-3/2026.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Priorize os pontos críticos</h3>



<p>Nem todas as adequações terão o mesmo impacto ou complexidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Revise documentos e procedimentos</h3>



<p>Atualize Manual de Boas Práticas, POPs e registros de acordo com a realidade da operação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Treine a equipe</h3>



<p>Não adianta alterar procedimentos se os colaboradores não forem capacitados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Monitore a implantação</h3>



<p>Após as adequações, é necessário verificar se os novos procedimentos estão realmente sendo cumpridos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">A Nutri Mi pode ajudar sua empresa nessa transição</h1>



<p>A mudança de legislação é uma oportunidade para revisar processos, corrigir fragilidades e fortalecer a cultura da qualidade.</p>



<p>Na <strong>Nutri Mi Alimentos</strong>, auxiliamos empresas na interpretação dos requisitos sanitários, diagnóstico de adequação, revisão e elaboração de Manuais de Boas Práticas e POPs, treinamentos, auditorias técnicas e implantação das melhorias necessárias para adequação da operação.</p>



<p>Nosso trabalho é transformar a legislação em <strong>processos claros, aplicáveis e sustentáveis para a realidade de cada empresa.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Não espere 4 de outubro para descobrir o que precisa ser ajustado.</h2>



<p><strong>A adequação começa antes da legislação entrar em vigor.</strong></p>



<p>E quanto antes sua empresa identificar os pontos de melhoria, maior será o tempo para corrigir, treinar e consolidar as mudanças na rotina.</p>



<p><strong>Nutri Mi Alimentos — Segurança dos Alimentos com responsabilidade técnica.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Importante</h3>



<p>Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui a leitura da <strong>Portaria CVS nº 3, de 3 de julho de 2026</strong>, nem a avaliação técnica específica de cada estabelecimento. A aplicabilidade dos requisitos deve ser analisada considerando a atividade, o município, os processos realizados e demais legislações sanitárias aplicáveis. A própria divulgação técnica da nova norma recomenda a consulta ao texto integral para situações específicas.</p>
<p>O post <a href="https://nutrimialimentos.com.br/portaria-cvs-3-2026-na-pratica-10-mudancas-que-vao-impactar-os-servicos-de-alimentacao/">Portaria CVS-3/2026 na prática: 10 mudanças que vão impactar os serviços de alimentação</a> apareceu primeiro em <a href="https://nutrimialimentos.com.br">Nutri Mi</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quanto custa um pequeno erro na manipulação de alimentos?</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/quanto-custa-um-pequeno-erro-na-manipulacao-de-alimentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 18:58:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um pequeno descuido pode custar muito mais do que você imagina. Uma etiqueta sem data. Um alimento armazenado na temperatura incorreta. Um manipulador que esqueceu de higienizar as mãos. Um produto vencido que permaneceu no estoque por falta de conferência. À primeira vista, esses parecem erros simples. Mas, na prática, cada um deles pode desencadear&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Um pequeno descuido pode custar muito mais do que você imagina.</strong></p>



<p>Uma etiqueta sem data. Um alimento armazenado na temperatura incorreta. Um manipulador que esqueceu de higienizar as mãos. Um produto vencido que permaneceu no estoque por falta de conferência. À primeira vista, esses parecem erros simples. Mas, na prática, cada um deles pode desencadear uma sequência de problemas que afetam diretamente a segurança dos alimentos, a reputação da empresa e, principalmente, o resultado financeiro do negócio.</p>



<p>A grande questão é: <strong>quanto realmente custa um pequeno erro na manipulação de alimentos?</strong></p>



<p>Na maioria das vezes, muito mais do que o investimento necessário para evitá-lo.</p>



<p><strong>O verdadeiro custo de um erro</strong></p>



<p>Quando pensamos em um desvio operacional, normalmente lembramos apenas da multa aplicada por um órgão fiscalizador. Mas esse é apenas um dos possíveis impactos. Na realidade, um pequeno erro pode gerar uma série de prejuízos que nem sempre são percebidos imediatamente.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Desperdício de alimentos</strong></li>
</ol>



<p>Um alimento armazenado fora da temperatura adequada pode precisar ser descartado. Um produto sem identificação perde sua rastreabilidade e, muitas vezes, também precisa ser inutilizado. Cada descarte representa dinheiro indo para o lixo. Além do custo da matéria-prima, existe o desperdício de mão de obra, energia, tempo de produção e logística.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li><strong>Retrabalho</strong></li>
</ol>



<p>Sempre que ocorre uma não conformidade, alguém precisa interromper suas atividades para corrigir o problema. Refazer processos, reorganizar estoques, revisar documentos e repetir treinamentos consome tempo e reduz a produtividade da equipe. Enquanto isso, outras atividades importantes deixam de ser realizadas.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li><strong>Reclamações de clientes</strong></li>
</ol>



<p>Um produto entregue fora do padrão pode gerar reclamações, devoluções e perda da confiança do consumidor. Reconquistar um cliente costuma ser muito mais difícil — e caro — do que manter aquele que já confia na empresa. Hoje, uma única avaliação negativa nas redes sociais pode alcançar centenas ou até milhares de pessoas.</p>



<ol start="4" class="wp-block-list">
<li><strong>Multas e autuações</strong></li>
</ol>



<p>Durante uma fiscalização, pequenos desvios podem resultar em notificações, autos de infração e penalidades previstas na legislação sanitária. Além do impacto financeiro, a empresa ainda precisará dedicar tempo e recursos para corrigir as não conformidades identificadas.</p>



<ol start="5" class="wp-block-list">
<li><strong>Interdição parcial ou total da operação</strong></li>
</ol>



<p>Dependendo da gravidade das irregularidades encontradas, o estabelecimento pode sofrer interdições até que as adequações sejam realizadas. Nesse período, além dos custos com correções, a empresa pode deixar de faturar e comprometer contratos importantes.</p>



<ol start="6" class="wp-block-list">
<li><strong>Danos à reputação</strong></li>
</ol>



<p>Leva anos para construir uma boa reputação. Mas basta um incidente para colocar essa confiança em risco. Quando um problema relacionado à segurança dos alimentos se torna público, os impactos podem ultrapassar as fronteiras da empresa. Clientes, fornecedores, parceiros e consumidores passam a questionar a credibilidade da marca. Reconstruir essa imagem exige tempo, investimento e muito trabalho.</p>



<ol start="7" class="wp-block-list">
<li><strong>Riscos à saúde dos consumidores</strong></li>
</ol>



<p>Mais do que perdas financeiras, erros na manipulação podem comprometer aquilo que é mais importante: a saúde das pessoas. Contaminações por bactérias, vírus, parasitas ou agentes químicos podem resultar em Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs), trazendo consequências graves para os consumidores e para a empresa responsável. </p>



<p>Garantir alimentos seguros é, acima de tudo, um compromisso com a vida. </p>



<p>O menor custo sempre será o da prevenção.</p>



<p><strong>A boa notícia é que a maioria desses problemas pode ser evitada.</strong></p>



<p>Treinamentos periódicos, auditorias internas, procedimentos padronizados, monitoramento de temperaturas, controle de validade, rastreabilidade e uma equipe comprometida reduzem significativamente os riscos operacionais.</p>



<p>Mais do que cumprir exigências legais, essas ações ajudam a proteger pessoas, preservar a reputação da empresa e reduzir perdas financeiras.</p>



<p>Investir em qualidade não significa gastar mais, significa evitar prejuízos que poderiam ser muito maiores.</p>



<p>A prevenção começa na cultura da empresa, nenhum procedimento será eficaz se a equipe não compreender sua importância.</p>



<p>Quando a <strong>qualidade </strong>faz parte da <strong>cultura</strong> organizacional, os colaboradores deixam de executar tarefas apenas por obrigação e passam a agir com responsabilidade e consciência.</p>



<p>Pequenas atitudes diárias fazem toda a diferença:</p>



<p>Conferir uma etiqueta.</p>



<p>Registrar uma temperatura.</p>



<p>Higienizar corretamente as mãos.</p>



<p>Armazenar um alimento no local adequado.</p>



<p>São ações simples, mas que protegem consumidores, fortalecem a empresa e evitam grandes prejuízos.</p>



<p><strong>Como a Nutri Mi pode ajudar?</strong></p>



<p>Na Nutri Mi, acreditamos que prevenir sempre será mais eficiente — e mais econômico — do que corrigir.</p>



<p>Por isso, auxiliamos empresas na implantação de Boas Práticas de Manipulação, elaboração e atualização de Manuais de Boas Práticas e POPs, treinamentos de equipes, auditorias técnicas, programas de qualidade e adequação às legislações sanitárias.</p>



<p>Nosso objetivo é transformar a prevenção em uma rotina e a qualidade em um diferencial competitivo.</p>



<p>Porque, quando o assunto é segurança dos alimentos, o pequeno erro de hoje pode se transformar no grande prejuízo de amanhã.</p>



<p><strong>E a sua empresa?</strong></p>



<p>Você sabe quanto um pequeno erro pode estar custando para a sua operação?</p>



<p>Talvez o prejuízo não esteja apenas nas multas ou nas perdas de produtos.</p>



<p>Ele pode estar escondido no retrabalho, nos desperdícios, nas reclamações de clientes e nas oportunidades que deixam de ser aproveitadas.</p>



<p>Investir em prevenção é investir na sustentabilidade, na credibilidade e no futuro do seu negócio.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CULTURA DE QUALIDADE: Como criar uma cultura de qualidade dentro da sua empresa!</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/cultura-de-qualidade-como-criar-uma-cultura-de-qualidade-dentro-da-sua-empresa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sua empresa mantém a qualidade… ou ela depende de quem está trabalhando? Imagine a seguinte situação: um colaborador experiente pede demissão. Poucos dias depois, começam a surgir erros que antes não aconteciam. Processos deixam de ser seguidos, aumentam as não conformidades, aparecem desperdícios e a equipe precisa ser treinada novamente. Se isso acontece na sua&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Sua empresa mantém a qualidade… ou ela depende de quem está trabalhando?</h1>



<p>Imagine a seguinte situação: um colaborador experiente pede demissão. Poucos dias depois, começam a surgir erros que antes não aconteciam. Processos deixam de ser seguidos, aumentam as não conformidades, aparecem desperdícios e a equipe precisa ser treinada novamente.</p>



<p>Se isso acontece na sua empresa, talvez o problema não seja a rotatividade.</p>



<p>O problema é que a qualidade ainda não faz parte da cultura organizacional.</p>



<p>Empresas que alcançam excelência não dependem de um ou dois colaboradores para manter seus padrões. Elas criam uma cultura em que todos compreendem a importância da qualidade, seguem os processos naturalmente e mantêm o mesmo nível de desempenho, independentemente de quem entra ou sai da equipe.</p>



<p>É justamente essa cultura que diferencia empresas que vivem &#8220;apagando incêndios&#8221; daquelas que trabalham com previsibilidade, eficiência e melhoria contínua.</p>



<p>Mas afinal, como construir uma cultura de qualidade capaz de resistir ao tempo, às mudanças e à rotatividade de colaboradores?</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">O que é uma cultura de qualidade?</h1>



<p>Cultura de qualidade é o conjunto de valores, comportamentos e hábitos compartilhados por todos os colaboradores de uma organização.</p>



<p>Ela existe quando a qualidade deixa de ser responsabilidade exclusiva do Responsável Técnico, do setor de Qualidade ou da liderança e passa a fazer parte da forma como cada pessoa executa suas atividades.</p>



<p>Em empresas com uma cultura bem consolidada, os colaboradores não seguem procedimentos apenas porque existe uma auditoria ou porque alguém está fiscalizando.</p>



<p>Eles fazem o certo porque entendem o impacto de suas ações na segurança dos alimentos, na satisfação dos clientes e no sucesso da empresa.</p>



<p>Quando isso acontece, a qualidade deixa de depender das pessoas e passa a fazer parte da identidade da organização.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Quando a qualidade vira cultura, ela permanece</h1>



<p>Toda empresa passa por mudanças.</p>



<p>Novos colaboradores são contratados, profissionais experientes deixam a equipe, processos evoluem e desafios surgem diariamente.</p>



<p>Quando não existe uma cultura consolidada, cada mudança representa um risco. O conhecimento vai embora junto com as pessoas. </p>



<p>Os erros voltam a acontecer. </p>



<p>Os treinamentos precisam começar do zero.</p>



<p>Os gestores gastam tempo corrigindo problemas que já deveriam estar resolvidos.</p>



<p>Por outro lado, quando existe uma cultura de qualidade bem implantada, o padrão permanece.</p>



<p>Os novos colaboradores aprendem mais rapidamente porque encontram uma equipe comprometida.</p>



<p>As boas práticas são reforçadas naturalmente pelos próprios colegas.</p>



<p>Os procedimentos fazem parte da rotina.</p>



<p>A qualidade continua existindo, mesmo quando as pessoas mudam.</p>



<p>Em outras palavras:</p>



<p><strong>As pessoas mudam. A cultura permanece.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Os benefícios de uma cultura de qualidade bem implantada</h1>



<p>Criar uma cultura da qualidade gera resultados muito maiores do que simplesmente atender à legislação sanitária.</p>



<p>Ela fortalece toda a organização.</p>



<p>Entre os principais benefícios estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução do impacto causado pela rotatividade de colaboradores;</li>



<li>Padronização dos processos em todos os setores;</li>



<li>Redução de desperdícios, retrabalho e perdas financeiras;</li>



<li>Menor ocorrência de não conformidades;</li>



<li>Equipes mais engajadas e comprometidas;</li>



<li>Melhor desempenho em auditorias e fiscalizações;</li>



<li>Maior segurança dos alimentos em todas as etapas da produção;</li>



<li>Fortalecimento da confiança de clientes e consumidores;</li>



<li>Melhoria da reputação da empresa no mercado;</li>



<li>Crescimento sustentável baseado em processos sólidos e não em pessoas específicas.</li>
</ul>



<p>Quando a qualidade faz parte da cultura, ela deixa de ser um custo e passa a gerar resultados para toda a empresa.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Como construir uma cultura de qualidade?</h1>



<p>Não existe uma fórmula mágica.</p>



<p>A cultura é construída diariamente, por meio de pequenas atitudes repetidas de forma consistente.</p>



<p>Alguns pilares são fundamentais nesse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. A liderança deve dar o exemplo</h2>



<p>Nenhuma cultura nasce apenas de procedimentos escritos.</p>



<p>Os gestores precisam demonstrar diariamente que a qualidade é prioridade.</p>



<p>Quando a liderança segue os processos, utiliza corretamente os procedimentos e valoriza boas práticas, transmite uma mensagem clara para toda a equipe.</p>



<p>As pessoas observam muito mais as atitudes do que os discursos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">2. Capacite continuamente sua equipe</h2>



<p>Treinar colaboradores apenas na integração não é suficiente.</p>



<p>As legislações evoluem.</p>



<p>Os processos mudam.</p>



<p>Os riscos também.</p>



<p>Por isso, treinamentos contínuos são indispensáveis.</p>



<p>Mais importante do que ensinar &#8220;como fazer&#8221; é explicar &#8220;por que fazer&#8221;.</p>



<p>Quando o colaborador entende a importância de suas atividades, ele passa a agir por consciência e não apenas por obrigação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">3. Simplifique os processos</h2>



<p>Procedimentos complicados dificilmente são seguidos.</p>



<p>Uma cultura forte depende de processos simples, objetivos e fáceis de compreender.</p>



<p>POPs bem elaborados, instruções visuais, checklists e padronizações facilitam a execução correta das atividades e reduzem falhas operacionais.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">4. Incentive a participação da equipe</h2>



<p>Os colaboradores precisam sentir que fazem parte da construção da qualidade.</p>



<p>Criar um ambiente onde todos possam relatar problemas, sugerir melhorias e comunicar não conformidades fortalece a cultura organizacional.</p>



<p>Encontrar um erro não deve ser motivo para punição.</p>



<p>Deve ser uma oportunidade de melhoria.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">5. Monitore indicadores e compartilhe resultados</h2>



<p>Não é possível melhorar aquilo que não é medido.</p>



<p>Indicadores de qualidade ajudam a identificar tendências, prevenir problemas e direcionar ações corretivas.</p>



<p>Mas acompanhar números não basta.</p>



<p>Compartilhar os resultados com a equipe faz com que cada colaborador compreenda sua contribuição para os objetivos da empresa.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">6. Reconheça boas práticas</h2>



<p>Uma cultura também é construída por meio do reconhecimento.</p>



<p>Valorizar colaboradores que seguem corretamente os procedimentos demonstra que a empresa realmente acredita na qualidade.</p>



<p>Feedbacks positivos, campanhas internas e pequenas ações de reconhecimento aumentam o engajamento e fortalecem comportamentos desejados.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">A cultura de qualidade é construída todos os dias</h1>



<p>Criar uma cultura de qualidade não significa eliminar todos os erros.</p>



<p>Significa construir um ambiente onde as pessoas saibam como agir, entendam por que fazem cada atividade e tenham o compromisso de buscar a melhoria contínua.</p>



<p>Empresas que desenvolvem essa cultura não dependem de cobranças constantes.</p>



<p>Elas criam equipes que trabalham alinhadas, compartilham conhecimento e mantêm os processos funcionando com consistência.</p>



<p>A verdadeira cultura da qualidade acontece quando ninguém está olhando e, mesmo assim, todos fazem o certo.</p>



<p>Porque, no fim das contas, colaboradores podem mudar.</p>



<p>Equipamentos podem ser substituídos.</p>



<p>Processos podem evoluir.</p>



<p><strong>Mas uma cultura bem construída permanece.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading">Como a Nutri Mi pode ajudar?</h1>



<p>Na Nutri Mi, acreditamos que qualidade não se resume a documentos, auditorias ou exigências legais.</p>



<p>Ela é resultado de pessoas capacitadas, processos bem estruturados e uma cultura organizacional sólida.</p>



<p>Por isso, auxiliamos empresas na implantação de programas de qualidade, treinamentos técnicos, elaboração de manuais e procedimentos, auditorias, desenvolvimento de indicadores e fortalecimento da cultura da qualidade em todos os níveis da organização.</p>



<p>Nosso objetivo é transformar a qualidade em um hábito diário, capaz de gerar mais segurança, eficiência e resultados para o seu negócio.</p>



<p><strong>Porque qualidade não é um departamento.</strong></p>



<p><strong>É uma cultura que transforma empresas e protege pessoas.</strong></p>
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		<title>FOOD FRAUD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Food Fraud: o que é e por que sua empresa deve se preocupar com isso? Quando falamos em qualidade e segurança dos alimentos, muitas pessoas pensam imediatamente em contaminações, higiene e controle de processos. No entanto, existe uma ameaça que pode comprometer a confiança do consumidor, gerar prejuízos financeiros e até colocar a saúde pública&#8230;</p>
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<h1 class="wp-block-heading">Food Fraud: o que é e por que sua empresa deve se preocupar com isso?</h1>



<p>Quando falamos em qualidade e segurança dos alimentos, muitas pessoas pensam imediatamente em contaminações, higiene e controle de processos. No entanto, existe uma ameaça que pode comprometer a confiança do consumidor, gerar prejuízos financeiros e até colocar a saúde pública em risco: o Food Fraud.</p>



<p>Mas afinal, o que é Food Fraud e por que esse tema tem ganhado cada vez mais atenção no setor alimentício?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é Food Fraud?</h2>



<p>Food Fraud, ou fraude em alimentos, é qualquer ação intencional realizada com o objetivo de obter vantagem econômica por meio da adulteração, substituição, falsificação, diluição ou rotulagem incorreta de alimentos, ingredientes ou embalagens.</p>



<p>Diferentemente de falhas acidentais de qualidade, a fraude ocorre de forma deliberada e planejada.</p>



<p>Entre os exemplos mais conhecidos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Adição de água ao leite para aumentar o volume;</li>



<li>Substituição de ingredientes nobres por alternativas mais baratas;</li>



<li>Venda de azeites adulterados;</li>



<li>Utilização de matérias-primas diferentes das declaradas no rótulo;</li>



<li>Falsificação de certificados de origem ou qualidade;</li>



<li>Comercialização de produtos com informações enganosas ao consumidor.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o Food Fraud é uma preocupação crescente?</h2>



<p>As cadeias de suprimentos estão cada vez mais complexas e globalizadas. Isso significa que ingredientes e matérias-primas podem passar por diversos fornecedores antes de chegar ao consumidor final.</p>



<p>Quanto maior a cadeia, maiores são as oportunidades para práticas fraudulentas.</p>



<p>Além dos impactos financeiros, as fraudes podem gerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Perda de credibilidade da marca;</li>



<li>Processos judiciais;</li>



<li>Multas e sanções regulatórias;</li>



<li>Recolhimento de produtos;</li>



<li>Riscos à saúde dos consumidores;</li>



<li>Danos à reputação difíceis de recuperar.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Food Fraud e Segurança dos Alimentos: qual a relação?</h2>



<p>Embora nem toda fraude resulte em um risco direto à saúde, algumas adulterações podem introduzir substâncias perigosas ou ingredientes não declarados.</p>



<p>Isso significa que uma fraude econômica pode rapidamente se transformar em um problema de segurança dos alimentos.</p>



<p>Por esse motivo, organizações internacionais e normas reconhecidas mundialmente passaram a incluir avaliações específicas para prevenção de Food Fraud dentro de seus sistemas de gestão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir fraudes em alimentos?</h2>



<p>A prevenção começa pelo conhecimento da cadeia de fornecimento e pela implementação de controles robustos.</p>



<p>Algumas medidas importantes incluem:</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Avaliação e qualificação de fornecedores</h3>



<p>Conhecer a procedência das matérias-primas é fundamental para reduzir vulnerabilidades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Rastreabilidade eficiente</h3>



<p>Sistemas de rastreabilidade permitem identificar rapidamente a origem de ingredientes e produtos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Avaliação de vulnerabilidades</h3>



<p>Mapear ingredientes, processos e fornecedores mais suscetíveis a fraudes ajuda a direcionar ações preventivas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Monitoramento e auditorias</h3>



<p>Auditorias periódicas e análises documentais fortalecem a confiabilidade da cadeia produtiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Cultura de integridade</h3>



<p>Promover a ética, a transparência e a conscientização dos colaboradores é essencial para reduzir riscos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel da Nutri Mi na prevenção do Food Fraud</h2>



<p>Na Nutri Mi, entendemos que qualidade não significa apenas atender requisitos legais, mas também garantir autenticidade, transparência e confiança em toda a cadeia produtiva.</p>



<p>Auxiliamos empresas na implementação de programas de qualidade, qualificação de fornecedores, rastreabilidade, avaliação de riscos e fortalecimento dos sistemas de gestão, contribuindo para a prevenção de fraudes e para a proteção da marca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>O Food Fraud é um desafio real para a indústria de alimentos e exige atenção cada vez maior das organizações.</p>



<p>Investir em prevenção não é apenas uma estratégia para evitar prejuízos, mas uma forma de proteger consumidores, fortalecer a reputação da empresa e garantir a confiança do mercado.</p>



<p>Afinal, qualidade não é apenas entregar um produto seguro. É entregar exatamente aquilo que foi prometido.</p>
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		<title>SEGURANÇA DOS ALIMENTOS: Um compromisso que protege pessoas todos os dias!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 7 de junho, celebramos o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar sobre a importância de garantir alimentos seguros em toda a cadeia produtiva. Mas a verdade é que a segurança dos alimentos não deve ser&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-dark-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-373521b51abac5deb91d81d080f310e6"></p>



<p>No dia 7 de junho, celebramos o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar sobre a importância de garantir alimentos seguros em toda a cadeia produtiva.</p>



<p>Mas a verdade é que a segurança dos alimentos não deve ser lembrada apenas em uma data específica. Ela é um compromisso diário que impacta diretamente a saúde das pessoas, a reputação das empresas e a qualidade dos produtos oferecidos ao consumidor.</p>



<p><strong>O que é Segurança dos Alimentos?</strong></p>



<p>Segurança dos alimentos é o conjunto de práticas, procedimentos e controles adotados para garantir que um alimento seja produzido, armazenado, transportado e consumido sem oferecer riscos à saúde.</p>



<p>Isso significa prevenir contaminações físicas, químicas e biológicas que possam comprometer a qualidade do produto e causar doenças transmitidas por alimentos (DTAs).</p>



<p><strong>Por que a Segurança dos Alimentos é tão importante?</strong></p>



<p>Quando falamos em segurança dos alimentos, estamos falando de proteção à vida.</p>



<p>Uma única falha em processos de manipulação, armazenamento ou controle de temperatura pode resultar em sérios prejuízos para empresas e consumidores.</p>



<p>Entre os principais benefícios da aplicação das Boas Práticas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução dos riscos de contaminação;</li>



<li>Maior qualidade e padronização dos produtos;</li>



<li>Atendimento às exigências da legislação sanitária;</li>



<li>Aumento da confiança dos clientes;</li>



<li>Proteção da imagem e da credibilidade da empresa.</li>
</ul>



<p><strong>Segurança dos Alimentos vai além da legislação</strong></p>



<p>Cumprir a legislação é fundamental, mas segurança dos alimentos vai muito além de atender requisitos obrigatórios.</p>



<p>Ela envolve a construção de uma cultura organizacional baseada em responsabilidade, prevenção e melhoria contínua.</p>



<p>Treinamentos periódicos, procedimentos bem definidos, monitoramento constante e equipes capacitadas fazem parte desse processo.</p>



<p><strong>O papel da Nutri Mi</strong></p>



<p>Na Nutri Mi, acreditamos que alimentos seguros são resultado de processos bem estruturados e de pessoas comprometidas com a excelência.</p>



<p>Por isso, atuamos oferecendo consultorias, treinamentos e soluções personalizadas que auxiliam empresas a implementar e manter sistemas eficazes de controle de qualidade e segurança dos alimentos.</p>



<p>Nosso objetivo é transformar exigências técnicas em práticas simples, eficientes e aplicáveis à realidade de cada cliente.</p>



<p><strong>Um compromisso diário</strong></p>



<p>Neste mês em que celebramos o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, reforçamos uma mensagem importante: a segurança dos alimentos não é responsabilidade de uma única pessoa ou setor.</p>



<p>Ela depende do comprometimento de todos os envolvidos na cadeia produtiva.</p>



<p>Porque, no final das contas, alimento seguro é sinônimo de saúde, confiança e qualidade de vida.</p>



<p>E esse é um compromisso que deve ser renovado todos os dias.</p>
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		<title>“VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER” COMO ADEQUAR SEU ESTABELECIMENTO?</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/violencia-contra-a-mulher-como-adequar-seu-estabelecimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 13:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA["Não é não"]]></category>
		<category><![CDATA["Não se cale"]]></category>
		<category><![CDATA[Adequação]]></category>
		<category><![CDATA[baladas]]></category>
		<category><![CDATA[bares]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Estabelecimento amigo da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo principal criar um ambiente seguro em Bares, Baladas, Restaurantes, Eventos e similares para mulheres que enfrentam violência, abuso ou discriminação, o governo do estado de São Paulo e o Governo Federal deram um passo em direção à justiça e à proteção dos direitos humanos com a introdução do Protocolo “Não se Cale”&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo principal criar um ambiente seguro em Bares, Baladas, Restaurantes, Eventos e similares para mulheres que enfrentam violência, abuso ou discriminação, o governo do estado de São Paulo e o Governo Federal deram um passo em direção à justiça e à proteção dos direitos humanos com a introdução do Protocolo “Não se Cale” regulamentado pela Lei nº 17.621, Lei nº 17.635 e Decreto nº 67.856/2023 do Estado de São Paulo e do Protocolo “Não é Não” regulamentado pela Lei nº 14.786/2023 do Governo Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos pilares fundamentais dessas legislações é a capacitação de estabelecimentos e profissionais para reconhecer, lidar e encaminhar casos de violência, abuso ou discriminação. Programas de treinamento detalhados devem ser implementados, visando não apenas fornecer conhecimento técnico, mas também promover uma cultura de empatia e apoio às vítimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-588 alignright" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Imagem1-e1715602186921-300x214.png" alt="Imagem1 e1715602186921 300x214 “VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER” COMO ADEQUAR SEU ESTABELECIMENTO?" width="355" height="254" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Imagem1-e1715602186921-300x214.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Imagem1-e1715602186921.png 487w" sizes="(max-width: 355px) 100vw, 355px" title="“VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER” COMO ADEQUAR SEU ESTABELECIMENTO?" /></p>
<p style="text-align: left;">Seja um “Estabelecimento Amigo da Mulher”, faça suas adequações baseadas nas legislações pertinentes ao seu Estado e Município. No caso do Estado de São Paulo com o Programa “Não se Cale” as regras para o enquadramento vão da capacitação anual de todos os funcionários até a fixação de cartazes nos sanitários femininos e em local de fácil visualização no estabelecimento.</p>
<p style="text-align: left;">Os cartazes devem disponibilizar QR Code que direciona para um site que contém todas as informações sobre como agir nas mais diversas situações e podem ser acrescidos outros mecanismos propostos pelo estabelecimento que viabilizem esta comunicação entre o estabelecimento e a mulher.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Estado de São Paulo possui um canal gratuito com todas as informações como cartilhas, perguntas e respostas, cartaz oficial do programa (<a href="https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/#:~:text=Lei%2017.635%2F2023,mulheres%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias">https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/#:~:text=Lei%2017.635%2F2023,mulheres%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias</a>) e o acesso as inscrições gratuitas no site para a capacitação obrigatória para o estabelecimento e profissionais (<a href="https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/#:~:text=Lei%2017.635%2F2023,mulheres%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias">https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/#:~:text=Lei%2017.635%2F2023,mulheres%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias</a>).</p>
<p>Fique atento para o cumprimento das regras a fim de garantir a conformidade e a eficácia das medidas implantadas no seu estabelecimento. A fiscalização será realizada pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), que poderá aplicar sanções administrativas em caso de descumprimento das Leis, incluindo: multa; suspensão do fornecimento do serviço; suspensão temporária da atividade; revogação de permissão de uso; cassação de licença e interdição.</p>
<p>Em suma, as Leis “Não se Cale” e “Não é Não” representam um marco importante na luta contra a violência e a discriminação contra as mulheres. Ambas com a intenção de promover a conscientização, capacitação e apoio às vítimas, estas iniciativas não apenas fortalecem os direitos humanos, mas também constroem uma comunidade mais segura, inclusiva e empática para todos.</p>
<p>Verifique a legislação do seu Estado e Município! Seja um<strong> “Estabelecimento Amigo da Mulher”</strong>, <strong>NÃO SE CALE</strong>!</p>
<p>Para mais informações, acesse: <a href="https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/">https://www.mulher.sp.gov.br/naosecale/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/rotulagem-nutricional-frontal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 22:41:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adequação de produto]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[rotulagem de alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir do dia 09/10/2022, quando a Resolução RDC n°. 429 e a Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarem em vigor, começaremos a ver a Rotulagem Nutricional Frontal nos rótulos dos alimentos comercializados no Brasil. A Rotulagem Nutricional Frontal é a declaração padronizada simplificada do alto conteúdo&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia <strong>09/10/2022</strong>, quando a Resolução RDC n°. 429 e a Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarem em vigor, começaremos a ver a Rotulagem Nutricional Frontal nos rótulos dos alimentos comercializados no Brasil.</p>
<p>A <strong>Rotulagem Nutricional Frontal</strong> é a declaração padronizada simplificada do alto conteúdo de <strong>Açúcares Adicionados</strong>, <strong>Gorduras Saturadas</strong> e <strong>Sódio</strong> no painel principal do rótulo.</p>
<p>A declaração da rotulagem nutricional frontal é obrigatória nos rótulos dos alimentos embalados na ausência do consumidor quando as quantidades desses nutrientes se enquadrarem nos seguintes limites:</p>
<p>A Rotulagem Nutricional Frontal é a declaração padronizada simplificada do alto conteúdo de <strong>Açúcares Adicionados</strong>, <strong>Gorduras Saturadas</strong> e <strong>Sódio</strong> no painel principal do rótulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="height: 336px;" width="705">
<tbody>
<tr>
<td width="192">
<p style="text-align: center;"><strong>Nutriente</strong></p>
</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;"><strong>Alimentos sólidos ou semissólidos</strong></p>
</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;"><strong>Alimentos líquidos</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Açúcares adicionados</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="192">Quantidade maior ou igual a 15 g de açúcares adicionados por 100 g do alimento</td>
<td style="text-align: center;" width="192">Quantidade maior ou igual a 7,5 g de açúcares adicionados por 100 ml do alimento</td>
</tr>
<tr>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Gorduras saturadas</p>
</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Quantidade maior ou igual a 6 g de gorduras saturadas por 100 g do alimento</p>
</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Quantidade maior ou igual a 3 g de gorduras saturadas por 100 ml do alimento</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="192">Sódio</td>
<td style="text-align: center;" width="192">Quantidade maior ou igual a 600 mg de sódio por 100 g do alimento</td>
<td width="192">
<p style="text-align: center;">Quantidade maior ou igual a 300 mg de sódio por 100 ml do alimento</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso o alimento se enquadre nos limites estabelecidos pelos 3 nutrientes, a rotulagem nutricional frontal será indicada por um dos modelos a seguir:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-572 size-large" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos-1024x621.png" alt="FOP 4 Blocos 1024x621 ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" width="1024" height="621" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos-1024x621.png 1024w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos-300x182.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos-768x465.png 768w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-4-Blocos.png 1340w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" title="ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso o alimento possua alto teor em apenas 2 dos nutrientes alvo, será utilizada um dos seguintes modelos (indicando os nutrientes que estão com alto teor no alimento):</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-573 " src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos-736x1024.png" alt="FOP 3 Blocos 736x1024 ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" width="563" height="784" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos-736x1024.png 736w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos-216x300.png 216w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos-768x1068.png 768w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-3-Blocos.png 880w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px" title="ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando o alimento possuir alto teor em apenas 1 dos nutrientes alvo, será utilizada a rotulagem nutricional frontal correspondente à:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-574 " src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-2-Blocos.png" alt="FOP 2 Blocos ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" width="542" height="468" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-2-Blocos.png 840w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-2-Blocos-300x259.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/FOP-2-Blocos-768x664.png 768w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" title="ROTULAGEM NUTRICIONAL FRONTAL" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A rotulagem nutricional frontal tem padrões definidos pela ANVISA, com requisitos de formatação específica (cor, fonte e tamanho de fonte), localização no painel principal do rótulo e espaço determinado que deverá ocupar no rótulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fique atento aos prazos de adequação dos rótulos dos alimentos embalados e comece o seu planejamento para adequação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <em><strong>Nutri Mi Alimentos</strong></em> está preparada para te auxiliar nesse caminho e tirar todas as suas dúvidas.</p>
<p>Fale conosco: <strong>comercial@nutrimialimentos.com.br</strong></p>
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		<title>A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/a-nova-tabela-de-informacao-nutricional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 22:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As tabelas de informação nutricional vão mudar a partir do dia 09/10/2022, quando a Resolução RDC n°. 429 e a Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarem em vigor. As principais mudanças que estão por vir são: Cores da tabela nutricional – será obrigatório o uso da cor&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As tabelas de informação nutricional vão mudar a partir do dia 09/10/2022, quando a Resolução RDC n°. 429 e a Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarem em vigor.</p>
<p>As principais mudanças que estão por vir são:</p>
<ul>
<li><em><strong>Cores da tabela nutricional</strong></em> – será obrigatório o uso da cor preta para os caracteres e linhas e um fundo na cor branca;</li>
<li><em><strong>Padronização da apresentação</strong></em> – as fontes utilizadas na informação serão obrigatoriamente a Arial ou Helvetica (ou suas formas condensadas Arial Narrow ou Helvetica Condensed na declaração simplificada), o tamanho das fontes e sua formatação (uso regular ou negrito e alinhamento) também estão padronizados pela legislação, bem como a forma de escrever cada informação;</li>
<li><em><strong>Inclusão da declaração de Porções por embalagem na tabela nutricional,</strong></em> que permite que o consumidor entenda qual o número de porções na embalagem que está adquirindo;</li>
<li><strong><em>Inclusão da declaração dos nutrientes Açúcares totais e Açúcares</em></strong> adicionados na tabela, permitindo uma avaliação mais precisa desses nutrientes e auxiliando o consumidor a fazer escolhas mais saudáveis na sua alimentação;</li>
<li><strong><em>Inclusão da declaração dos nutrientes para 100 g</em></strong> (além da declaração por porção), o que permite comparar diferentes tipos de alimentos, com diferentes porções indicadas para consumo, de forma mais rápida e direta;</li>
<li><em><strong>Atualização das Porções dos Alimentos para Fins de Declaração da Rotulagem Nutricional e dos Valores Diários Recomendados</strong></em> dos alimentos em geral.</li>
</ul>
<p>A nova tabela nutricional ficará com o seguinte formato:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-558" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-300x283.png" alt="Anexo IX Modelo Vertical 300x283 A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" width="300" height="283" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-300x283.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical.png 389w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" /></p>
<p>Outras apresentações possíveis são:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-559" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-300x165.png" alt="Anexo IX Modelo Horizontal 300x165 A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" width="300" height="165" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-300x165.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal.png 571w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-560" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-Quebrado-300x105.png" alt="Anexo IX Modelo Vertical Quebrado 300x105 A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" width="300" height="105" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-Quebrado-300x105.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Vertical-Quebrado.png 748w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-561" src="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-Quebrado-300x63.png" alt="Anexo IX Modelo Horizontal Quebrado 300x63 A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" width="300" height="63" srcset="https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-Quebrado-300x63.png 300w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-Quebrado-768x160.png 768w, https://nutrimialimentos.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Anexo-IX-Modelo-Horizontal-Quebrado.png 948w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" title="A NOVA TABELA DE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL" /></p>
<p><em><strong>Fique atento aos prazos de adequação dos rótulos dos alimentos embalados e comece o seu planejamento para adequação.</strong></em></p>
<p>A Nutri Mi Alimentos está preparada para te auxiliar nesse caminho e tirar todas as suas dúvidas.</p>
<p>Fale conosco: <strong>comercial@nutrimialimentos.com.br</strong></p>
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		<title>A NOVA ROTULAGEM NUTRICIONAL</title>
		<link>https://nutrimialimentos.com.br/a-nova-rotulagem-nutricional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[bruna moretti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 20:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já deve ter ouvido que nesse ano acontecerão várias mudanças nos rótulos dos alimentos. Isso vai acontecer porque a Resolução RDC n°. 429 e Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarão em vigor em 09/10/2022. O processo regulatório de atualização da Rotulagem de Alimentos Embalados começou em&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deve ter ouvido que nesse ano acontecerão várias mudanças nos rótulos dos alimentos.</p>
<p>Isso vai acontecer porque a <em><strong>Resolução RDC n°. 429 e Instrução Normativa n°. 75 de 08/10/2020 da ANVISA</strong></em> (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarão em vigor em 09/10/2022.</p>
<p>O processo regulatório de atualização da Rotulagem de Alimentos Embalados começou em 2011 na ANVISA, com o objetivo de adotar a rotulagem nutricional obrigatória como parte da estratégia de saúde pública para promoção da alimentação adequada e saudável e para o combate ao excesso de peso. Assim, os consumidores terão acesso ao teor dos principais nutrientes dos alimentos, de forma clara e padronizada, auxiliando na seleção consciente de alimentos e incentivando a reformulação voluntária de produtos por parte das empresas.</p>
<p>A partir de diversos estudos realizados que identificaram os principais problemas na rotulagem nutricional dos alimentos, a ANVISA iniciou a regulamentação através de Consultas Públicas e finalizou o processo com a publicação das normas já citadas.</p>
<p>Essa legislação, pode ser dividida em 3 frentes:</p>
<ul>
<li><strong>Atualização da tabela de informação nutricional</strong> – com mudanças como: padronização das cores, requisitos de formatação, inclusão dos nutrientes açúcares totais e açúcares adicionados, inclusão da informação para 100 g ou 100 ml do produto pronto além da informação por porção,</li>
<li><strong>Uso de rotulagem nutricional frontal</strong> – aplicação de símbolo padronizado no painel principal dos rótulos informando se os produtos possuem alto conteúdo em açúcares adicionados, gorduras saturadas e/ ou sódio;</li>
<li><strong>Atualização das alegações nutricionais</strong> – atualização dos parâmetros utilizados para alegações nutricionais nos rótulos com relação ao valor energético, açúcares, lactose, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, colesterol, sódio, proteínas, fibras alimentares, etc.</li>
</ul>
<p>É importante ficar atento aos prazos de adequação dos rótulos dos alimentos embalados:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="158">
<p style="text-align: center;"><strong>Data de Adequação</strong></p>
</td>
<td width="418"><strong>Produtos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="158">
<p style="text-align: center;">09/10/2022</p>
</td>
<td width="418">Produtos destinados exclusivamente ao processamento industrial ou aos serviços de alimentação.</td>
</tr>
<tr>
<td width="158">
<p style="text-align: center;">09/10/2023</p>
</td>
<td width="418">Produtos vendidos diretamente ao público e que já estejam sendo comercializados no mercado antes de 09/10/2022.</td>
</tr>
<tr>
<td width="158">
<p style="text-align: center;">09/10/2024</p>
</td>
<td width="418">Alimentos fabricados por agricultor familiar ou empreendedor familiar rural, empreendimento econômico solidário, microempreendedor individual, agroindústria de pequeno porte, agroindústria artesanal e alimentos produzidos de forma artesanal.</td>
</tr>
<tr>
<td width="158">
<p style="text-align: center;">09/10/2025</p>
</td>
<td width="418">Bebidas não alcoólicas em embalagens retornáveis, observando o processo gradual de substituição dos rótulos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produtos que serão lançados a partir de 09/10/2022 já deverão estar com seus rótulos adequados à nova legislação de rotulagem nutricional.</p>
<p>Esse é o momento em que os fabricantes estão avaliando as suas formulações, verificando se os produtos entram nos critérios de alto conteúdo de açúcares adicionados, gorduras saturadas e/ ou sódio e se será interessante trabalhar com a mudança de formulação do produto. Tudo isso levando em consideração também o atual estoque de embalagens e a sua substituição ao longo do período de adequação.</p>
<p><em><strong>Você está preparado para as mudanças? Se sente confiante ao analisar os seus produtos e verificar quais as mudanças irão acontecer nos seus rótulos?</strong></em></p>
<p>A Nutri Mi Alimentos está preparada para te auxiliar nesse caminho e tirar todas as suas dúvidas.</p>
<p>Fale conosco: <strong>comercial@nutrimialimentos.com.br</strong></p>
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